Dicas

 

 

2015

 

 

 

 
 
 
 
 
 
 
 

 

 
 
 
PIATTI TIPICI
 
 
 
* Per la Giornata Mondiale della Pasta: 25 ottobre *
 
 
 
>>> SPAGHETTI AI FRUTTI DI MARE <<<
 
 
 
 
 
 
( Dose per 4 persone )
 
 
 
INGREDIENTI
 
 
300g Vongole
 
250g Cozze
 
250g Lumache Di Mare
 
100g pasta tipo Cannolicchi
 
1/3 bicchiere Vino Bianco Secco
 
300g pasta tipo Spaghetti
 
150g Pomodoro Fresco
 
4 cucchiai Olio D'oliva Extra-vergine
 
1 spicchio Aglio
 
1 Peperoncino Fresco
 
1 pizzico Origano
 
1 cucchiaio Prezzemolo Tritato
 
 
 
PREPARAZIONE
 
 
Far soffriggere in un largo tegame, nell'olio d'oliva, l'aglio e il peperoncino fresco tagliato a fettine, ma privo di semi, insieme con un grosso pizzico di origano. Calare nel soffritto le vongole già spurgate e le cozze, quindi le lumachine di mare e, infine i cannolicchi già aperti a freddo. Irrorare il tutto con il vino bianco secco, mescolare, poi incoperchiare e cuocere per circa 3 minuti, fino alla completa apertura di tutti quanti i molluschi. Unire gli spaghetti, cotti, ma scolati quando mancano circa 2 minuti alla fine della loro cottura; mescolarli al fondo e farli saltare fino a quando saranno cotti, ma ancora al dente. Completare con una cucchiaiata di prezzemolo tritato e, se si preferisce, con il pomodoro fresco tagliato in piccola dadolata.
 
 
 
 
 
 
 
 

 

 

 
 
19ª FESTA ÍTALO-SALTENSE
 
 
 
A festa é realizada nos dias 4, 5, 6 e 7 de junho de 2015,
 
no Pavilhão das Artes, na Praça Dr. Archimedes Lammoglia, Salto - SP
 
 
 
 
 
 
PROGRAMAÇÃO
 
 
04/06/2015 (QUINTA-FEIRA)
16:30  -  Chegada da Procissão de Corpus Christi e Missa no Pavilhão das Artes.
19:00  -  Cerimônia de Abertura da 19ª Festa Ítalo-Saltense
20:00  -  Coral "Etern'Italia"
21:00  -  Nino Cancioneiro e Grupo Expresso Gaúcho
 
 
05/06/2015 (SEXTA-FEIRA)
19:00  -  Cantor Ítalo-Saltense Humberto Vitale
20:00  -  Banda União Musical Gomes Verdi
21:00  -  Banda Livre Acesso
 
 
06/06/2015 (SÁBADO)
16:00  -  Corais da Cidade
18:00  -  Faces Ocultas
19:00  -  Primeiros Passos
20:00  -  Banda Hora Extra
 
 
07/06/2015 (DOMINGO)
16:00  -  Coral Som Maior
17:00  -  Coral da Associação Italiana "Giuseppe Verdi"
18:00  -  Canto da Terra
19:00  -  Vozes Afro
20:00  -  Cantor Jerry Adriani
 
 
Obs.: as comidas típicas italianas serão servidas pela "Street Chef" com "Food Trucks" de comidas italianas em parceria com as Entidades Assistenciais de Salto.
 
 
 
 
 

 

 

 

 

 
 
 
 
 

 

 

 
 
97ª FESTA DE SÃO VITO - RUMO AOS 100 ANOS!
 
 
23 de maio a 5 de julho de 2015, aos sábados e domingos
 
 
 
 
 
 
VOLUNTARIADO E TRADIÇÃO
 
Desde 1918, a colônia italiana do tradicional bairro paulistano do Brás realiza a Festa de São Vito, uma devoção religiosa do sul da Itália, que cruzou o oceano e agita a cidade de São Paulo, nas noites de sábado e domingo, a partir do dia 23 de maio, até 5 de julho.
 
 
15 DE JUNHO É O DIA DE SÃO VITO 
 
O padroeiro da cidade de Polignano a Mare, protetor dos artistas, das doenças nervosas, dos jovens e dos dependentes de drogas. Quando os primeiros imigrantes italianos deixaram a cidade de Polignano a Mare, na Puglia, jamais imaginariam que a devoção ao seu Santo Padroeiro se transformaria na maior festividade típica popular realizada fora da Itália. Nos sete fins de semana, a Festa de São Vito transforma o Brás no principal ponto de encontro para milhares de pessoas e dezenas de caravanas do interior e do país.
 
O jovem Vito recebeu formação cristã dos servos Modesto e Crescencia e, por isso, foi denunciado pelo próprio pai - Hila, um soldado romano - ao Imperador Diocleciano. Sem nunca renunciar sua fé, Vito foi torturado até a morte, em 15 de junho de 303 D. C., aos 15 anos de idade. Seus restos estão enterrados na cidade de Polignano a Mare e o milagre de suas aparições e curas ganhou devoção no sul da Itália e é comemorado aqui, com muita fé e alegria. 
 
 
RESPONSABILIDADE SOCIAL E A FORÇA DO VOLUNTARIADO
 
Organizada pela Associação Beneficente São Vito Mártir, a Festa é a principal fonte de recursos para a manutenção da CRECHE SÃO VITO, também conveniada com a Prefeitura de SP. São 100 crianças de 1 a 4 anos atendidas gratuitamente, em período integral. Nos 19 anos de existência, a Creche acolheu mais de 19 mil crianças.
 
 
SÃO AS MAMMAS DA SÃO VITO QUE APRESENTAM A TRADICIONAL GASTRONOMIA PUGLIESA 
 
Com pratos de dar água na boca. São senhoras, entre os 70 e 87 anos, carinhosamente chamadas de Mammas da São Vito, que colocam literalmente as mãos na massa para o preparo de iguarias típicas como a Guimirella (churrasco de fígado e folhas de louro), Spaghetti, Penne ou Ricchitelle al Sugo ou alla Puttanesca. Já o molho ou Ragú é um capítulo à parte: aromatizado com basílico fresco e tomates maduros, cozinha por horas a fio. Apreciadíssimas, a ficazza (pizza alta) e a ficazzella (pastel frito com tomate, mozzarella e orégano) agitam a cozinha ao vivo e a cores. E para saciar a gula sem culpa, doces típicos como: piccicatella, amaretti, castagnelle, pezza dolce e dormosa, além dos tradicionais doces de confeitaria. Na Festa, cerca de 100 voluntários trabalham nas barracas de comida.
 
 
 
 
 
 
 
SERVIÇO
 
Todos os sábados e domingos, de 23/05/2015 a 05/07/2015. 
Sábado: das 19h00 às 00h30. Domingo: das 19h às 23h.
 
 
ACEITAM-SE TODOS OS CARTÕES DE CRÉDITO
 
 
CANTINA [ Rua Fernandes Silva nº 96 - Brás, São Paulo - SP ]
 
Capacidade para 480 cadeiras em mesas de 20 (vinte) lugares numerados, com total visibilidade para o palco. 
 
É a única Festa Italiana no mundo em local coberto.
 
Convite individual:
 
* Sábado > R$ 65,00  
(com direito a: 1 antepasto, 1 prato de macarrão spaghetti ou penne, 1 ficazzella, cadeira e mesa numeradas)
 
* Domingo > R$ 30,00  
(com direito a: 1 prato de spaghetti ou penne, cadeira e mesa numeradas)
 
 
PRAÇA DE ALIMENTAÇÃO [ Rua Polignano A Mare, nº 255 - Brás, São Paulo - SP ] 
 
Com mesas de apoio sem cadeiras (espaço para mais de 3 mil pessoas por noite).
 
Entrada: R$ 5,00 (couver artístico). Crianças até 5 anos acompanhadas dos pais não pagam. 
 
BAR: Vinhos Importados e Nacionais, Cervejas, Refrigerantes e Água.
 
 
MÚSICA AO VIVO E PISTA DE DANÇA
 
> 23/05 a 14/06 - Banda Italianíssima Brasil
 
> 20/06 a 05/07 - Banda ECE Som Itália
 
 
PARA MAIORES INFORMAÇÕES:
 
www.associacaosaovito.com.br 
 
festasaovito@uol.com.br, contato@associacaosaovito.com.br
 
 
RESERVAS ANTECIPADAS SOMENTE POR TELEFONE:
Edméia ou Angela - Fones/Fax: (11)  3227-8234  /  3229-5678  /  3326-2957
 
 
 
 
 

 

 

 

 
 
 
 
 
 

 

 
 
 
 
 
 
 
 

 

 
 
 
{ PEDAÇOS DA GASTRONOMIA ITALIANA EM CAMPOS DO JORDÃO – SP }
 
 
 
 
 
TRATTORIA SALVADOR
 
 
 
 
 
 
 
Refeição pra não deixar a audição com tanta inveja do paladar

 
 
" Un bel tavolo pieno, non? "
 
 
 
Caprichado Filé à Parmegiana
 
 
 
Ravioli ao Sugo com Mussarela de Búfala... Hummm...
 
 
 
 
 
 
 
 Av. Macedo Soares, 489 – Capivari  /  Campos do Jordão - SP
 
 
Fone: (12) 3663-2525
 
 
 
 
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PAPARAZZI - Cantina e Pizzaria
 
 
 
 
 
 
  
Fortes e suculentas pizzas de Pepperoni e Parma,
e para equilibrar uma cerveja local: Dunkel (escura) - artesanal de Campos do Jordão
 
 
 
Cerveja artesanal Pinhão,  "vermelhinha"
 
 
 
 
Av. Dr. Antônio Nicola Padula – Capivari  /  Campos do Jordão - SP
 
 
Fone: (12) 3663-1122
 
 
 
 
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TUTTI BUONI - Caldos e Sopas
 
 
  
 
 
 
Sopa de Macarrão (no Caldinho de Feijão - com Batata, Cenoura e Carne)
 
 
 
                    
Creme de Cebola com Pinhão                                     Sopa de Legumes (10 tipos) com Carne
 
 
 
 
 
 
 
Rua José Artur da Mota, 48 – Capivari  /  Campos do Jordão - SP
 
 
Fone: (12) 3663-2123
 
 
 
 
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{ DOLCI TIPICI }

 

[ REGIONE: CAMPANIA ]

 

 

SORBETTO DI LIMONE

 

 

 

INGREDIENTI

 

·      Un chilo di limoni di Procida

 

·      500 gr di acqua

 

·      250 gr di zucchero

 

·      chiara d'uovo (facoltativa)

 

 

PREPARAZIONE

 

Preparare uno sciroppo con l'acqua, lo zucchero e alcune sottili scorze di limone facendolo bollire 5-6 minuti. Quando si sarà raffreddato, filtrarlo e aggiungere il succo filtrato dei limoni. Mettere nel congelatore, avendo cura di mescolare il sorbetto di tanto in tanto perché non si formino cristalli di ghiaccio. Quando comincia a solidificarsi si possono amalgamare un paio di chiare sbattute a neve fermissima per ottenere una maggiore spumosità. Servire in calici flûte.

 
 
 

 

 

 

 

* FESTA DE SANTO ANTERO *

 

 

31 de Janeiro de 2015

 

 

 

 

 

UBAC - União Beneficente Amigos de Casalbuono

 

 

 

 

Missa: 19h30  -  rezada pelo Padre Giorgio Cunial

 

 

 

Parte Festiva: JANTAR NAPOLITANO BENEFICENTE

 

<  Jantar Dançante com Carlos Bonanni Show  >

 

 

 

Preço do convite: R$ 50,00 por pessoa ( bebidas à parte )  

 

* Crianças até 10 anos não pagam

 

 

 

Faça suas reservas por telefone com Lucia ( 011 2221-8386 )

 

ou via e-mail ( ubac@terra.com.br )  - até no máximo dia 26.01.2015 (segunda-feira) -

 

 

 

[ Travessa Casalbuono, nº 4 - Vila Guilherme / São Paulo - SP ]

 

 

 

 

 


 

 

 

2014

 

 

 

 

 

 

{ HISTÓRIA DA CERVEJA }

 

 

Infos e curiosidades em geral sobre

 

a bebida alcóolica + consumida no mundo

 

 

 

 

 

 

 

Uma cerveja é qualquer uma das variedades de bebidas alcoólicas produzidas pela fermentação de matéria com amido, derivada de cereais ou de outras fontes vegetais. As fábricas de cerveja e de algumas outras bebidas alcoólicas são geralmente chamadas de cervejarias. Historicamente, a cerveja era já conhecida pelos sumérios, egípcios e mesopotâmios, desde pelo menos 4 000 a.C. Como os ingredientes usados para fazê-la diferem de acordo com o local, suas características (tipo, sabor e cor) variam amplamente.

 

A notícia mais antiga que se tem da cerveja vem de 2600 a 2350 a.C. Desta época, arqueólogos encontraram menção no Hino à Ninkasi (a deusa da cerveja), de que os sumérios já produziam a bebida. Já na Babilônia dá-se conta da existência de diferentes tipos de cerveja, originadas de diversas combinações de plantas e aromas, e o uso de diferentes quantidades de mel. O Código de Hamurabi, rei da Babilônia entre os anos de 1792 e 1750 a.C., incluía várias leis de comercialização, fabricação e consumo da cerveja, relacionando direitos e deveres dos clientes das tabernas.

 

Posteriormente, no antigo Egito, a cerveja, segundo o escritor grego Ateneu de Náucratis (século III d.C.), teria sido inventada para ajudar a quem não tinha como pagar o vinho. Inscrições em hieróglifos e obras artísticas testemunham sobre o gosto deste povo pelo henket ou zythum, apreciada por todas as camadas sociais. Até um dos faraós, Ramsés III (1184-1153 a.C.), passou a ser conhecido como "faraó-cervejeiro" após doar aos sacerdotes do Templo de Amon, 466.308 ânforas ou aproximadamente um milhão de litros de cerveja provenientes de suas cervejeiras.

 

Praticamente qualquer açúcar ou alimento que contenha amido pode, naturalmente, sofrer fermentação. Assim, bebidas semelhantes à cerveja foram inventadas de forma independente em diversas sociedades em redor do mundo. Na Mesopotâmia, a mais antiga evidência referente à cerveja está numa tabua sumeriana com cerca de 6.000 anos de idade, na qual se vêem pessoas tomando uma bebida através de juncos de uma tigela comunitária. A cerveja também é mencionada na Epopeia de Gilgamesh. Um poema sumeriano de 3.900 anos, homenageando a deusa dos cervejeiros, Ninkasi, contém a mais antiga receita que sobreviveu, descrevendo a produção da cerveja de cevada utilizando pão.

 

 

 

 

 

 

 

A cerveja tornou-se vital para todas as civilizações produtoras de cereais da antiguidade clássica, especialmente no Egipto e na Mesopotâmia. O Código Babilônico de Hamurabi dispunha que os taverneiros que diluíssem ou sobretaxassem a cerveja deveriam ser supliciados.

 

A cerveja teve alguma importância na vida dos primeiros romanos, mas durante a República Romana, o vinho destronou a cerveja como a bebida alcoólica preferida, passando esta a ser considerada uma bebida própria de bárbaros. Tácito, em seus dias, escreveu depreciativamente acerca da cerveja preparada pelos povos germânicos.

 

No idioma eslavo, a cerveja é chamada piwo (pronuncia-se "pivo"), do verbo pić (pronuncia-se "pítch"), "beber". Por isso, piwo pode ser traduzido como "bebida", o que demonstra a importância que lhe é concedida.

 

O Kalevala, poema épico finlandês coligido na forma escrita no século XIX, mas baseado em tradições orais seculares, contém mais linhas sobre a origem da fabricação de cerveja do que sobre a origem do homem.

 

A maior parte das cervejas, até tempos relativamente recentes, eram do tipo que agora chamamos de ales. As lagers foram descobertas por acidente no século XVI, quando a cerveja era estocada em frias cavernas por longos períodos., desde então elas ultrapassaram largamente as cervejas tipo ale em volume. O uso de lúpulo para dar o gosto amargo e preservar é uma invenção medieval, atribuída aos monges do Mosteiro de San Gallo, na Suíça. O lúpulo é cultivado na França desde o século IX. O mais antigo escrito remanescente a registrar o uso do lúpulo na cerveja data de 1067 pela Abadessa Hildegarda de Bingen: "Se alguém pretender fazer cerveja da aveia, deve prepará-la com lúpulo". No século XV, na Inglaterra, a fermentação sem lúpulo podia dar origem a uma bebida tipo ale - o uso do lúpulo torná-la-ia uma cerveja. A cerveja com lúpulo era importada para a Inglaterra (a partir dos Países Baixos) desde cerca de 1400, em Winchester. O lúpulo passou a ser cultivado na ilha a partir de 1428. A Companhia dos Fabricantes de Cerveja de Londres foi longe a ponto de especificar que "nenhum lúpulo, ervas, ou coisa semelhante será colocada dentro de nenhuma ale ou bebida alcoólica enquanto a ale estiver sendo feita - mas somente um licor (água), malte e uma levedura". Contudo, por volta do século XVI, "aleveio a referir-se a qualquer cerveja forte, e todas as ales e cervejas continham lúpulo.

 

 

 

 

 

 

 

PROBLEMAS E BENEFÍCIOS PARA A SAÚDE

 

 

A prática de crendices populares que estimulam o uso da cerveja como tratamento para certas enfermidades, como por exemplo cálculos renais, podem causar seríssimos danos ao organismo. O consumo de álcool em excesso é causador de inúmeros malefícios para a saúde da pessoa que bebe.

 

De acordo com um estudo realizado no ano 2000 pela Organização Mundial da Saúde, a OMS, o alcoolismo é a terceira maior doença no Brasil, perdendo somente para os males do coração e os tumores, sendo ainda a principal causa de acidentes de trânsito, que, por sua vez, estão entre as principais causas de morte de jovens no Brasil.

 

Apesar disso é sabido também que o consumo de álcool (incluindo a cerveja) em doses moderadas é capaz de diminuir severamente o surgimento de doenças cardíacas. Em estudo de 1972, o epidemiologista Carl Seltzer, da Universidade de Harvard, constatou através dos dados do Framingham Heart Study que o uso moderado do álcool pode ser agente profilático contra as doenças cardíacas.

 

Além deste, diversos outros estudos posteriores também chegaram em conclusões parecidas, de que o consumo de até três doses diárias de bebida alcoólica é capaz de reduzir o risco de cardiopatias em até 40%.

 

Em 1997 a revista Epidemiology publicou artigo sobre estudo feito por cientistas de Munique na Alemanha, que procuraram avaliar a população do estado da Baviera (maior consumidor de cerveja) em relação às doenças cardíacas e chegou em resultados parecidos.

 

Também, no dia 20 de maio de 2000, o British Medical Journal publicou artigo sobre pesquisa realizada por centros de estudos ingleses e tchecos que chegaram à conclusão de que o consumo da cerveja é capaz de diminuir significativamente o aparecimento de doenças do coração.

 

Este efeito seria resultado da ingestão do etanol e não de nenhuma substância particular de bebida alcoólica específica.

 

A bebida alcoólica portanto, assim como qualquer outro tipo de alimento, pode ser benéfica ou maléfica ao consumo humano, dependendo da quantidade em que é consumida.

 

 

 

 

 

 

 

PREPARAÇÃO

 

 

Via de regra, as cervejas são feitas com água, cevada maltada e lúpulo, fermentados por levedura. A adição de outros condimentos ou fontes de açúcar não é incomum.

 

A cerveja é resultado da fermentação alcoólica preparada do mosto de algum cereal maltado, sendo o melhor e mais popular a cevada.

 

Como é composta principalmente por água, a origem dessa água e as suas características têm um efeito importante na qualidade da cerveja, influenciando, por exemplo, o seu sabor. Muitos estilos de cerveja foram influenciados ou até mesmo determinados pelas características da água da região.

 

Dentre os maltes, o de cevada é o mais frequente e largamente usado devido ao seu alto conteúdo de enzimas, mas outros cereais maltados ou não maltados são igualmente usados, inclusive: trigo, arroz, milho, aveia e centeio.

 

A introdução do lúpulo foi relativamente recente na sua composição. Acredita-se que tenha sido introduzido apenas há umas poucas centenas de anos atrás. Usa-se a flor do lúpulo para acrescentar um gosto amargo que equilibra a doçura do malte e possui um efeito antibiótico moderado que favorece a atividade da levedura de cerveja em relação a organismos menos desejados durante a fermentação como os frequentemente encontrados nos corpos em decomposição ou fezes de animais. As leveduras, nesse processo, metabolizam os açúcares extraídos dos cereais, produzindo muitos compostos, incluindo o álcool e o dióxido de carbono. Dezenas de estirpes de fermentos naturais ou cultivados são usados pelos cervejeiros, sendo, de um modo geral, sortidos por três gêneros: ale ou de fermentação alta, lager ou de baixa fermentação, e leveduras selvagens.

 

As cervejas costumam ter entre 4 a 5% de teor alcoólico, ainda que este possa variar consideravelmente conforme o estilo e o cervejeiro. De fato, existem cervejas com teores alcoólicos desde 2% até mais de 20%.

 

 

 

 

 

 

 

TIPOS DE CERVEJA

 

 

Há muitos tipos diferentes de cerveja. Uma descrição detalhada dos estilos de cerveja pode ser encontrada na página de internet da Beer Judge Certification Program (Programa de Licenciamento dos Avaliadores de Cerveja).

 

 

Lager

 

As lagers (em especial as claras) são, provavelmente, o tipo mais comum de cerveja consumida. Elas são originárias da Europa Central (provavelmente da atual Alemanha), tirando seu nome da palavra germânica lagern ("armazenar"). De baixa fermentação, são tradicionalmente armazenadas em baixa temperatura por semanas ou meses, clareando, amadurecendo e ganhando maior quantidade de dióxido de carbono. Atualmente, com o aperfeiçoamento do controle de fermentação, muitas cervejarias de lagers usam períodos consideravelmente menores para armazenamento a frio (de 1 a 3 semanas).

Embora existam muitos estilos de lagers, a maioria delas é clara na cor, com alto teor de gás carbônico, de sabor moderadamente amargo e conteúdo alcoólico entre 3-6% por amostra. Os estilos de lager incluem: Bock, Doppelbock, Eisbock, Munchner Helles, Munchner Dunkel, Maibock, Dry Beer, Export, Märzen (feita somente para a Oktoberfest bávara), Pilsener e Schwarzbier (cerveja preta).

 

 

Ale

 

Cervejas de fermentação alta, especialmente populares na Grã-Bretanha e Irlanda, incluindo as mild (meio-amargas), bitter (amargas), pale ale (ale clara), porter (cerveja escura muito apreciada por estivadores) e stout (cerveja preta forte). As cervejas de fermentação alta tendem a ser mais saborosas, incluindo uma variedade de sabores de cereais e ésteres produzidos durante a fermentação que lhe conferem aroma frutado., são também de baixo teor de gás carbônico, fermentadas e servidas idealmente numa temperatura mais elevada do que as lagers. Diferenças de estilo entre cervejas de fermentação alta são muito maiores do que aquelas encontradas entre as cervejas de baixa fermentação e muitos estilos são difíceis de categorizar. A cerveja comum da Califórnia, por exemplo, é produzida usando o fermento para lagers em temperaturas para ales. As cervejas à base de trigo são geralmente produzidas usando um fermento para ales e então armazenadas, às vezes com um fermento para lagers. A cerveja belga Lambic é produzida com fermentos selvagens e bactérias nativos da região do vale do rio Zenne (Pajottenland), perto de Bruxelas. Ale verdadeira é um termo para as cervejas produzidas usando métodos tradicionais e sem pasteurização.

 

 

Porter

 

Cerveja do tipo ale produzida originalmente na Inglaterra, a porter é fabricada a partir do processo de fermentação alta, assim chamada porque ela ocorre a uma temperatura elevada, entre 15°C e 20°C, fato que leva as leveduras a subirem à superfície, resultando em uma cerveja forte e encorpada.

 

 

Pilsen

 

Cerveja do tipo lager, amarga, de coloração dourada e bastante transparente. É o gênero de cerveja mais consumido em todo o mundo. Pertencem a este gênero cervejas como Heineken, Carlsberg, Brahma, Quilmes, Budweiser, etc... (basicamente todas as cervejas mais consumidas do planeta). O nome pilsen é derivado de Pilsen, nome alemão da atual cidade de Plzeň, localizada na República Checa, onde este estilo de cerveja foi originalmente produzido.

 

 

Cerveja sem álcool

 

Durante o processo de fabricação da cerveja é possível interferir na produção durante a fermentação, em que, alterando o tempo, a temperatura e a pressão, é possível produzir tradicional e naturalmente a cerveja sem álcool. Atualmente é também utilizado outro processo, em que através de um tipo de micro-filtragem é possível retirar o álcool da cerveja.

 

 

 

 

 


 

 

 

 

HISTÓRIA DO VINHO

 

 

e + um pouco... 

 

 

 

 

 

O vinho (do grego antigo ονος - transliteração: oínos, através do latim vīnum, que tanto podem significar “vinho” como “videira”) é, genericamente, uma bebida alcoólica produzida por fermentação do sumo de uva. Na União Europeia o vinho é legalmente definido como o produto obtido exclusivamente por fermentação parcial ou total de uvas frescas, inteiras, esmagadas ou de mostos.,  no Brasil é considerado vinho a bebida obtida pela fermentação alcoólica de mosto de uva sã, fresca e madura, sendo proibida a aplicação do termo a produtos obtidos a partir de outras matérias-primas.

 

A constituição química das uvas permite que estas fermentem sem que lhes sejam adicionados açúcares, ácidos, enzimas ou outros nutrientes. Apesar de existirem outros frutos como a maçã ou algumas bagas, que também podem ser fermentados, os “vinhos” resultantes são geralmente designados em função do fruto a partir do qual são obtidos (por exemplo vinho-de-maçã) e são genericamente conhecidos como vinhos de frutas. O termo vinho (ou seus equivalentes em outras línguas) é definido por lei em muitos países. A fermentação das uvas é feita por vários tipos de leveduras que consomem os açúcares presentes nas uvas transformando-os em álcool. Dependendo do tipo de vinho, podem ser utilizadas grandes variedades de uvas e de leveduras.

 

O vinho possui uma longa história que remonta pelo menos a aproximadamente 6.000 a.C., pensando-se que tenha tido origem nos atuais territórios da Geórgia ou do Irã. Crê-se que o seu aparecimento na Europa ocorreu há aproximadamente 6.500 anos, nas atuais Bulgária ou Grécia e era muito comum na Grécia e Roma antigas. O vinho tem desempenhado um papel importante em várias religiões desde tempos antigos. O deus grego Dioniso e o deus romano Baco representavam o vinho, e ainda hoje a bebida tem um papel central em cerimônias religiosas cristãs e judaicas como a Eucaristia e o Kidush.

 

 

 

 

 

 

As evidências arqueológicas sugerem que a mais antiga produção de vinho teve lugar em vários locais da Geórgia, Irão e China entre 6.000 e 5.000 a.C.

 

Estas evidências tornam-se mais claras, e apontam para a domesticação da videira, em sítios do Oriente Próximo, Suméria e Egito, no início da Idade do Bronze, desde aproximadamente 3.000 a.C.

 

As mais antigas evidências sugerindo a produção de vinho na Europa, entre as mais velhas do mundo, são originárias de sítios arqueológicos na Grécia, datados de 6.500 a.C. De fato, várias fontes gregas, bem como Plínio o Velho, descrevem como os antigos gregos utilizavam gesso parcialmente desidratado antes da fermentação e um tipo de cal após esta com o propósito de diminuir a acidez. O escritor grego Teofrasto é a mais velha fonte conhecida a descrever esta prática de vinificação entre os antigos gregos.

 

No Antigo Egito o vinho tornou-se parte da história registada, desempenhando um papel importante na vida cerimonial. O vinho teria sido introduzido no Egito pelos gregos. São também conhecidos vestígios de vinho na China, datados do segundo e primeiro milénios a.C.

 

O vinho era comum na Grécia e Roma clássicas. Os antigos gregos introduziram o cultivo de videiras, como a Vitis vinifera, nas suas numerosas colónias na Itália, Sicília, França meridional e Península Ibérica. Dioniso era o deus grego da diversão, e o vinho era freqüentemente mencionado nos escritos de Homero e Esopo. Muitas das principais regiões vinhateiras da Europa Ocidental atual foram estabelecidas pelos romanos. A tecnologia de fabrico do vinho melhorou consideravelmente durante o tempo do Império Romano. Eram já então conhecidas muitas variedades de uvas e técnicas de cultivo, e foram criados os barris para a armazenagem e transporte do vinho.

 

Desde o tempo dos romanos, pensava-se que o vinho (eventualmente misturado com ervas e minerais) tivesse também propriedades medicinais. Nesses tempos, não era invulgar dissolverem-se pérolas no vinho para conseguir mais saúde. Cleópatra criou a sua própria lenda ao prometer a Marco António que ela “beberia o valor de uma província” numa taça de vinho, após o que bebeu uma valiosa pérola com uma taça de vinho.

 

Durante a Idade Média, a Igreja Cristã era uma firme apoiante do vinho, o qual era necessário para a celebração da missa católica. Em locais como a Alemanha, a cerveja foi banida e considerada pagã e bárbara, enquanto que o consumo de vinho era visto como civilizado e como sinal de conversão. O vinho era proibido pelo Islão, mas após os primeiros avanços de Geber e outros químicos muçulmanos sobre a destilação do vinho, este passou a ter outros usos, incluindo cosméticos e medicinais. De fato, o cientista e filósofo persa do século X, Al-Biruni, descreveu várias receitas em que o vinho era misturado com ervas minerais e até mesmo gemas, com fins medicinais. O vinho era tão venerado e o seu efeito tão temido, que foram elaboradas teorias sobre qual seria a melhor gema para fabricar taças para contrariar os seus efeitos secundários considerados indesejáveis.

 

 

 

 

 

 

O PROCESSO DE PRODUÇÃO E FERMENTAÇÃO

 

 

 

A vindima (colheita)

 

 

A qualidade da uva tem enorme influência sobre o sabor e qualidade do vinho, por isso a vindima deve ser realizada no tempo certo. Uma vindima antes do tempo resulta em um vinho aguado, com baixa concentração de açúcar e, consequentemente, de álcool. Se uma vindima for tardia, a uva produzirá um vinho rico em álcool, mas com pouca acidez. Os fatores fundamentais que influem na vindima:

 

* O clima - insolado, temperatura, humidade, etc.

 

* O fator terroir - solo mais microclima da região.

 

 

 

O esmagamento

 

 

Era feito com os pés, tradição mantida até hoje em algumas regiões. Hoje em dia o processo é mecanizado com pouco contato humano. O esmagamento da uva produz uma mistura de suco, cascas e bagas que é chamado de mosto.

 

 

 

A fermentação

 

 

É a parte mais complexa e importante do processo de fabricação do vinho. Nesta etapa é necessário um controle rígido da temperatura bem como a presença correta de microrganismos responsáveis pela fermentação. Dentre eles o mais comum é uma levedura, a Saccharomyces cerevisae, e o controle da temperatura é fundamental para o crescimento e cultura das bactérias não devendo exceder os 25 à 30 graus Celsius. O contato com o ar deve ser evitado, pois ocasionaria a oxidação do vinho.

 

Existem várias etapas na fermentação:

 

 

Fermentação tumultuosa

 

Ela dura poucos dias onde ocorre um grande desprendimento do gás carbônico e o aumento da temperatura.

 

 

Fermentação lenta

 

Com o passar dos dias, a fermentação começa a diminuir de intensidade devido à diminuição da presença do açúcar. Nesta etapa, o líquido se separa da parte sólida (bagaço, cascas, etc) e são eliminados os últimos traços de glicose que se transformam em álcool. São poucos os açúcares que ainda restam e, neste momento, o mosto já é o vinho propriamente dito.

 

 

Filtragem

 

Nesta etapa ocorre a filtração do vinho. Ele é clarificado com a retirada dos produtos e sedimentos que deixam o vinho turvo.

 

 

Envelhecimento

 

Passada a etapa de fermentação, o vinho passará para o envelhecimento em barris, em geral, de carvalho. O tempo de envelhecimento varia de uva para uva e, durante esse tempo, a acidez diminui e os vários componentes da uva passam a formar o corpo e a estrutura do vinho gerando a complexidade de seus odores e sabores.

 

Boa parte dos vinhos produzidos no mundo sofrem apenas dois anos de envelhecimento. Muitos vinhos considerados de guarda são capazes de manter suas características por décadas.

 

 

 

 

 

 

TIPOS

 

 

Existem cinco tipos distintos de vinhos: os vinhos tintos, os brancos, os rosés, os espumantes e os vinhos fortificados. Em Portugal existe um tipo de vinho específico, o vinho verde, que pode ser tinto ou branco, mas devido à sua acentuada acidez pode ser considerado como uma categoria à parte.

 

Os vinhos tintos podem ser obtidos através das uvas tintas ou das tintureiras (aquelas em que a polpa também possui pigmentos).

 

Os vinhos brancos podem ser obtidos através de uvas brancas ou de uvas tintas desde que as cascas dessas uvas não entrem em contato com o mosto e que essas não sejam tintureiras. Já os vinhos rosés podem ser feitos de duas maneiras: misturando-se o vinho tinto com o branco ou diminuindo o tempo de maceração (contato do mosto com as cascas) durante a vinificação do vinho tinto.

 

espumante é um vinho que passa por uma segunda fermentação alcóolica, que pode ser na garrafa, chamado de método tradicional ou champenoise, ou em auto-claves (tanques isobarométricos) chamado charmat. Ambas as formas de vinificação fazem a fermentação em recipiente fechado incorporando assim CO2 ao líquido e dando origem às borbulhas ou pérlage.

 

Os vinhos fortificados são aqueles que a fermentação alcoólica é interrompida pela adição de aguardente (~70% vol). De acordo com o momento da interrupção, e da uva que está sendo utilizada, ficará mais ou menos doce. O grau alcoólico final dos vinhos fortificados fica entre 19-22% vol. Os mais famosos são o Vinho do Porto (Portugal), o Vinho da Madeira (Portugal), o Xerez (Espanha) e o Marsala (Sicília - Itália).

 

Por conta de obras cinematográficas de parca pesquisa histórica, a maioria das pessoas julga que o consumo do vinho era comum no Egito e há quem diga que é de lá sua obscura origem. Entretanto o vinho era mercadoria importada pelo Egito cuja bebida nacional era a cerveja, normalmente feita de restos de pães.

 

Cada país e cada região produtora possui uma classificação própria. DOCG (Denominazione di origine controllata e garantita) é um controle de qualidade italiano para produtos alimentícios, aplicado especialmente para vinhos.

 

 

No Brasil os vinhos são assim classificados:

 

 

De Mesa - graduação alcoólica de 10º a 13º G.L., possui as seguintes subdivisões:

 

Finos ou Nobres - Vinhos produzidos somente de uvas viníferas.

 

Especiais - Vinhos mistos, produzidos de variedades viníferas e uvas híbridas ou americanas.

 

Comuns - Vinhos produzidos predominantemente com variedades híbridas ou americanas.

 

Frisantes ou Gaseificados - Vinhos com gaseificação mínima de meia atmosfera e máxima de duas atmosferas.

 

 

Leve - graduação alcoólica de 7º a 9,9º G.L., elaborado sempre com uvas viníferas.

 

 

Espumante - resultante unicamente de uma segunda fermentação alcoólica, possui alto nível de dióxido de carbono, resultando em borbulhas (graduação alcoólica de 10º a 13º G.L.).

 

Champanhe - variedade natural, mundialmente conhecida, originalmente produzida na região homônima na França.

 

 

Licoroso - graduação alcoólica de 14º a 18º G.L. Adicionado, ou não, de álcool potável, caramelo, concentrado de mosto e sacarose.

 

 

*Composto ou fortificado - graduação alcoólica de 15º a 18º G.L., obtido pela adição ao vinho de plantas amargas ou aromáticas, substâncias de origem mineral ou animal.

 

 

 

Quanto à cor

 

 

Tinto - produzido a partir de variedades de uvas tintas, com longo contato com a casca da fruta. A diferença de tonalidade depende de tipo de fruto, do tempo e do método de envelhecimento.

 

Branco - produzido em sua maioria, a partir de uvas brancas. Quando produto de uvas tintas, a fermentação é feita com a ausência das cascas.

 

Rosado, rosé ou clarete - com aparência intermediaria pode ser produzido de duas formas:

 

- de uvas tintas: breve contato com as cascas que dão a pigmentação ao vinho, e depois são separados.

 

- por corte: obtém-se pela mistura, de um vinho branco com um vinho tinto.

 

 

Quanto ao teor de açúcar

 

 

Brut-nature: é aquele sem adição de açúcar ou com pouco açúcar.

 

Extra-brut: de 0 a 6 g/l.

 

Brut: até 15 g/l.

 

Extra-seco: entre 12 e 20 g/l.

 

Seco, sec ou dry: entre 17 e 35 g/l.

 

Meio doce, meio seco ou demi-sec: entre 33 e 50 g/l.

 

Vinho suave ou doce: mais de 50 g/l.

 

 

 

 

 

 

Quanto à variedade da uva

 

 

O vinho é geralmente produzido a partir de uvas das variedades (ou castas) da espécie Vitis vinifera. Quando uma destas variedades de uvas é utilizada como uva predominante (geralmente definido por lei, no mínimo 75 a 85 %), o resultado é um vinho varietal (também dito monocasta). No entanto, os vinhos produzidos a partir de misturas de duas ou mais variedades de uvas, não são em nada inferiores aos vinhos varietais. Alguns dos melhores e mais caros vinhos são produzidos a partir de misturas de variedades de uvas, todas colhidas no mesmo ano.

 

Pode também ser produzido o vinho a partir dos frutos de videiras de outras espécies ou de videiras híbridas, criadas pelo cruzamento genético de duas espécies. Vitis labruscaVitis aestivalisVitis rupestrisVitis rotundifolia e Vitis riparia são espécies nativas da América do Norte, cujas uvas são geralmente consumidas como fruta, ou na forma de sumo ou doce de uva, e por vezes transformadas em vinho.

 

Não deverá confundir-se o termo híbridas com a prática da enxertia. A maioria das vinhas do mundo encontram-se plantadas com Vitis vinifera enxertadas em bacelos de espécies norte-americanas. Esta prática é comum, uma vez que as espécies da América do Norte são resistentes à filoxera, um inseto parasita das raízes da videira que eventualmente causa a sua morte. No final do século XIX as vinhas da Europa foram devastadas por este inseto, provocando a destruição maciça das vinhas então existentes bem como de eventuais replantações. A enxertia é feita em todos os países produtores de vinho, excepto o Chile e Argentina, ainda não expostos ao inseto.

 

A variedade das uvas, a orientação das encostas, a elevação e a topografia da vinha, o tipo e a química do solo, o clima e as condições sazonais sob as quais as uvas crescem, e ainda as culturas de leveduras locais, todos juntos formam o conceito de terroir. O número de combinações possíveis faz com que exista grande variedade entre os produtos vinícolas, a qual é ainda aumentada pelos processos de fermentação, acabamento e envelhecimento.

 

Porém, as diferenças de sabor não são desejáveis para os grandes produtores de vinho de mesa ou de outros vinhos mais baratos, nos quais a consistência é mais importante. Estes produtores tentarão minimizar as diferenças entre as uvas de várias proveniências utilizando tecnologias como a micro-oxigenação, filtração de taninos, centrifugação, micro e ultra-filtração, osmose inversa, evaporação, tratamentos térmicos, electrodiálise, coluna de cone rotativo entre outras.

 

 

 

Os vinhos biodinâmicos

 

 

Ainda que seja relativamente recente, a produção dos vinhos segundo os princípios da agricultura biodinâmica propagados por Rudolf Steiner tem sido vista com certo preconceito pelos peritos da vinicultura.

 

Isso porque a agricultura biodinâmica é uma forma de produzir sem utilizar produtos químicos ou agrotóxicos e considerando aspectos naturais e astronômicos como, por exemplo, o plantio e colheita segundo as fases da lua. Ainda segundo esses princípios, a revitalização da terra é feita através da infusão de chás naturais, chifre de boi com cristais de quartzo, esterco de diversos animais, preparo da terra com uso de força animal e não mecânica, entre outras práticas pouco ortodoxas.

 

No início, essa prática estava restrita a alguns poucos produtores e os especialistas não se preocuparam muito com ela. Porém, o crescimento das áreas cultivadas seguindo as regras da biodinâmica levou grandes produtores como Chapoutier (da região do Rhône), Coulée-de-Serrant (do Vale do Loire) e Lalou Bize-Leroy, esta última pertencente à nada menos do que à Domaine de La Romanée-Conti, a considerar mais seriamente essa maneira de produzir vinhos. Especialmente porque notou-se uma sensível melhora na qualidade dos vinhos assim produzidos como, por exemplo, mais corpo e mais intensidade de aromas.

 

 

 

 

 

 

Vintage

 

 

Um vinho considerado vintage é feito com a totalidade ou maioria de uvas produzidas em determinado ano e rotulado dessa forma. Muitos países permitem que o vintage tenha uma pequena porção de uvas de outra safra. Variações nas características das uvas de ano para ano podem incluir profundas diferenças de sabor, cor, aromas, corpo e equilíbrio. Um bom vinho tinto pode melhorar muito suas características com o envelhecimento, desde que bem armazenado. Consequentemente, é comum que um apreciador ou mesmo o fabricante guarde algumas garrafas de seus melhores vinhos para consumo futuro.

 

Nos Estados Unidos, por exemplo, um vinho pode adquirir a denominação de vintage e rotulado com a região de produção (como o “Vale de Napa” na Califórnia) se ele tiver, pelo menos 95% de seu volume produzido com uvas colhidas naquele ano. Os fatores climáticos podem ter um grande impacto nas características dos vinhos que podem se estender a diferentes safras do mesmo terroir. Eles podem variar dramaticamente em sabor, qualidade e equilíbrio.

 

Os vinhos não-vintage podem ser produzidos a partir da mistura de mais de uma safra, num processo que visa manter a confiança do mercado e uma certa qualidade, mesmo em anos de safras ruins.

 

 

 

O “Corte” ou assemblage

 

 

Algumas variedades de uvas são comumente utilizadas para dar mais corpo e equilíbrio ao vinho.

 

Ao fazer isso, o enólogo usa o termo “corte”. Um vinho produzido inicialmente com uvas merlot pode receber uma certa quantidade (corte) de uvas cabernet sauvignon, por exemplo.

 

 

 

 

 

 

DEGUSTAÇÃO

 

 

A degustação é o ato de examinar e avaliar o vinho. Os vinhos podem ser classificados segundo o efeito que causa nas papilas gustativas. A doçura é determinada pela quantidade de açúcar residual do vinho após a fermentação.

 

É possível identificar sabores e aromas individuais graças ao complexo mix de moléculas que a uva, e seu suco, podem conter. A degustação freqüentemente pode identificar as características de uma uva específica como também os sabores que resultaram da fabricação e maturação do vinho, seja intencional ou não. Os mais típicos elementos de sabor que são intencionalmente introduzidos no vinho são aqueles presentes nos barris de carvalho: chocolate, baunilha, café, além de mato ou couro. Outras varidedades de minerais também são absorvidas pelo vinho.

 

 

 

O BRINDE

 

 

O brinde só se popularizou no século XVI, na Inglaterra. Em inglês, o termo significa “toast” (torrada), que vem do hábito de colocar pão torrado num cálice. Ao beber à saúde de alguém, era preciso beber todo o vinho para então alcançar a torrada embebida.

 

Mas existem inúmeras explicações para a prática do brinde. Uma delas diz que o brinde é o costume de bater levemente os copos uns nos outros antes de beber. Diz a lenda que essa prática começou para “misturar” o conteúdo dos copos antes de bebê-lo. Se algum deles estiver com veneno, ele seria diluído nos demais copos e seus efeitos diminuídos.

 

Hoje em dia essa questão é muito mais prosaica. O brinde é usado na celebração e em grandes acontecimentos onde o contato com os copos indica o desejo de união, paz e alegria entre os presentes. O brinde evoluiu a ponto de não se limitar apenas ao toque das taças. Diz-se que o brinde é uma oportunidade de realçar e reunir os cinco sentidos humanos do vinho:

 

- olfato: representado pelo aroma

 

- paladar: representado pelo sabor

 

- tato: representada pela temperatura

 

- visão: representada pelas cores

 

- audição: representada pelo som do toque das taças já que não há a possibilidade de literalmente “escutá-lo”.

 

 

 

 

 

 

SERVIÇO DO VINHO

 

 

Abrir um vinho não é apenas o ato de remover a rolha. Alguns rótulos dos vinhos alertam para que estes sejam abertos algumas horas antes, para que possam “respirar” enquanto outros exigem ser bebidos imediatamente. No caso dos champagnes, fazer a rolha estourar para sinalizar o início de uma celebração é uma atitude que deve ser evitada. Ao “estourar” a rolha, a pressão faz com que o líquido seja arremessado para fora bem como grande parte do gás carbônico alí presente desde a segunda fermentação. Com isso ele certamente perderá qualidade.

 

Caso o vinho tenha borras ou sedimentos é necessário que se faça a decantação, ou seja, despejá-lo delicadamente em novo recipiente, o decanter, a fim de permitir melhor aeração e também de remover essas borras, ou depósitos sólidos provenientes da guarda por longo período.

 

O vinho deve ser degustado no copo ou cálice específico colocando-se apenas uma quantidade suficiente para dois ou três goles. Uma vez aprovado, ele pode ser servido até atingir o máximo de 1/3 da altura do copo. Esse procedimento faz com que os aromas se concentrem dentro do copo além de permitir apreciar as cores do vinho em todas as suas tonalidades.

 

 

Temperaturas ideais para degustação do vinho:

 

Vinhos tintos - 17 a 18 ºC

 

Vinho do Porto Vintage - 16 ºC

 

Vinhos tintos novos e os verdes - 12 a 14 ºC

 

Vinhos da Madeira e Porto comuns - 12 ºC

 

Vinhos brancos incluindo da Madeira e Porto - 10 a 11 ºC

 

Vinhos Rosé 10 ºC

 

Vinhos brancos novos - 8 a 10 ºC

 

Vinhos espumantes - 6 a 8 ºC

 

 

 

CULINÁRIA

 

 

O vinho é uma bebida popular e muito importante no acompanhamento de vários pratos da culinária mundial, desde a regional mais simples e tradicional até as mais sofisticadas e complexas. O vinho é importante na cozinha não apenas por ser uma bebida, mas como um agente que realça os sabores da boa comida.

 

É muito importante que haja uma boa harmonia entre o vinho e a comida. Como regra geral, as carnes e massas devem ser acompanhadas por vinhos tintos enquanto os peixes e frutos do mar ficam melhores com os vinhos brancos. Porém isso nem sempre é verdade. O que se deve levar em consideração ao escolher o vinho é a qualidade e o sabor dos ingredientes do prato que se vai degustar. Um alimento feito à base de temperos fortes, seja carne ou peixe, deve ser acompanhado com um vinho igualmente encorpado enquanto um prato mais leve merece um vinho leve. Essa boa combinação entre o prato e o vinho chama-se harmonização.

 

 

 

 

 
 
 
 

 

 

 

 

3ª SEMANA DA COZINHA REGIONAL ITALIANA

 

De 18 a 25 de outubro 2014 - Premiados Chefs italianos em SP

 

 

 

          

 

 

 

De 18 a 25/10, São Paulo sedia a 3ª Semana da Cozinha Regional Italiana. Durante o período, 20 renomados restaurantes italianos da cidade oferecerão menus homenageando as diferentes regiões do país por preços fechados. São 160 receitas, absolutamente fiéis aos locais de origem (aprovadas por órgãos da Itália), selecionadas especialmente para a ocasião.

 

 

Este ano, contaremos com a vinda de até nove chefs italianos - como os premiados Pasquale Palamaro (Campania - do restaurante Indaco, 1 estrela Michelin), Alessandro Capalbo (Piemonte - restaurante La Ciau del Tornavento, 1 estrela Michelin) e Giovanni Guarneri (Sicilia - do restaurante Don Camillo, 2 garfos Guia Gambero Rosso 2014) - que cozinharão a 4 mãos junto com os chefs brasileiros em seus estabelecimentos. Também estão programadas palestras e degustações de produtos italianos e vinhos, abertos ao público, em locais variados.

 

 

A culinária da Itália é caracterizada pela qualidade dos ingredientes e variedade de receitas, que apresentam particularidades em cada uma das regiões. O evento é uma ótima oportunidade para o público conhecer melhor cada uma delas. Confira abaixo os participantes e as respectivas representações.

 

 

RESTAURANTES: REGIÕES

 

AGUZZO: SICILIA
 

BUTTINA: BASILICATA
 

CASA SANTO ANTÔNIO: VENETO
 

CIRCOLO ITALIANO: VALLE D´AOSTA
 

FRICCÒ: UMBRIA
 

LA MADONNINA: LOMBARDIA
 

LA QUOTTIDIANA: FRIULI VENEZIA GIULIA
 

MAREMONTI: CAMPANIA

 

OSTERIA DEL PETTIROSSO: LAZIO
 

PASQUALE: PUGLIA
 

PISELLI: PIEMONTE
 

POMODORI: CALABRIA
 

POSITANO: TRENTINO ALTO ADIGE
 

SANTO COLOMBA: SARDEGNA
 

SENSI: MOLISE
 

SPADACCINO: EMILIA ROMAGNA
 

SUPRA DI MAURO MAIA: MARCHE
 

TRE BICCHIERI: TOSCANA
 

VINHERIA PERCUSSI: ABRUZZO
 

ZENA CAFFÈ: LIGURIA

 

 

Os menus serão oferecidos no almoço e jantar (podendo variar de acordo com o horário) e os preços acompanham os perfis das casas.

 

 

A Semana da Cozinha Regional Italiana é promovida pelo ITA (Italia Trade Agency), ICIF (Italian Culinary Istitute for Foreigners), IIC (Istituto Italiano di Cultura), Accademia Italiana della Cucina, ENIT (Agenzia Nazionale del Turismo) e ITALCAM (Câmara Ítalo-Brasileira de Comércio, Indústria e Agricultura), com o apoio da Embaixada da Itália e Consulado Geral de São Paulo.


 

Conteúdo: Gina von Hertwig Comunicações

 
 
 
 
 

 

 

 

FESTIVAL DO NHOQUE RECHEADO

 

 

NO POSITANO RISTORANTE EM SÃO PAULO

 

 

* Até 18 de agosto de 2014 *

 

 

 

nhoque recheado queijo fontina e trufa.jpg                                  positano.jpg

 

 

 

Sob o comando de dois ex-funcionários do restaurante Piselli, o maitre Fernando Matos e o sommelier Sergio Santos, o Positano Ristorante, está oferecendo o Festival do Nhoque Recheado, desde 18 de julho e até o dia 18 de agosto. O chef italiano Boris Melon, preparou quatro receitas exclusivas, que podem ser harmonizadas com uma taça de vinho tinto Aglianico Zampino (Cantine Zampino/09 - Campania-Itália): R$60 (ou não, R$49).

 

 

Entre as sugestões de pratos principais estão: Gnocchi grigliati con Salsa (Nhoque grelhado ao creme de cebola com parmesão e trufas negras), Gnocchi con Ragu di Coda (Nhoque recheado de queijo taleggio com ragu de rabanada), Gnocchi di Agnello con Funghi (Nhoque recheado de cordeiro ao molho de cogumelos), e Gnocchi Ripieno (Nhoque recheado de queijo fontina ao creme de trufas brancas).

 

 

O nome de batismo da casa é uma homenagem ao luxuoso balneário italiano, situado na Costa Amalfitana, província de Salerno na região da Campania. Localizado em um sobrado nos Jardins, são três ambientes com uma aconchegante varanda, salão e bar que apresentam um espaço moderno para os apreciadores da boa gastronomia do vecchio stivale ("velha bota").

 

 

 

POSITANO RISTORANTE

 

 

Al. Tietê, 665 - Jardins - São Paulo - SP                   Tel.: (11) 3064-1109

 

 

Capacidade: 65 lugares

 

 

Cartões de crédito: todos  /  Cartões de débito: todos

 

 

Horários de funcionamento:

 

2ª a 6ª (almoço: 12h - 15h  /  jantar: 19h - 00h)

 

Sábado: 12h - 01h  /  Domingo: 12h - 18h  /  Feriados: 12h - 23h

 

 

Acesso para deficientes físicos com banheiro adaptado. Área para fumantes. Ar-condicionado.

 

Wi-Fi grátis

 

 

Estacionamento com manobrista: R$ 15 (almoço)  /  R$ 20 (jantar)  

 

 

Cobra Rolha: R$ 60

 

 

Conteúdo original: Gina von Hertwig Comunicações

 

 

 


 

 

 

 

Fettucine a Don (com Presunto cru e Creme)

Fettucine a Don - com Presunto cru e Creme

 

 

 

Tatini Restaurante - Rua Batataes, 558 (Jardim Paulista) / São Paulo - SP / Brasil

 

 

 

 


 

 

[ PRIMO PIATTO ]

 

 

*Crepes con crema di asparagi* 

 

(senza glutine)

 

 

 

 

 

 

INGREDIENTI  (Dosi per 2 persone)

 

 

- 10 crepes

 

- 200 gr di asparagi

 

- parmigiano grattugiato

 

- 1 cucchiaio di mascarpone

 

- noce moscata

 

- mezzo cipollotto fresco o cipolla

 

- 2 cucchiai di olio extra vergine di oliva

 

- sale

 

- pepe

 

 

 

          

 

 

 

PREPARAZIONE  (10 minuti)

 

 

Le crepes con crema di asparagi sono un primo vegetariano sfizioso e facile da

 

preparare anche nella versione senza glutine che vi permetterà di fare una splendida

 

figura con ospiti celiaci o vegetariani. Le crepe possono essere preparate prima (anche

 

congelate) e all'ultimo minuto farcite con la crema di asparagi. Servite tiepide, possono

 

essere un ricco piatto estivo.

 

 

Se volete alleggerire la preparazione di un intero menù, potete riproporre le crepes

 

anche per dolce, nessuno si lamenterà! Una scelta è mettere un po' di sale al composto e

 

utilizzare sia per crepe salate che dolci queste ultime vanno poi accompagnate da

 

marmellata, miele o gelato.

 

 

Per stemperare il sapore degli asparagi, aggiungere un po' di mascarpone, in questo

 

modo anche i bimbi sono entusiasti. Per non appesantire, non mettere besciamella, ma

 

potete tranquillamente sostituirla al mascarpone (potete prepararla senza glutine).

 

 

 

          

 

 

 

          

 

 

 

Passo 1

 

Sbattere le uova con il pizzico di sale, aggiungere la farina gradualmente, cercando di

 

non far grumi. Aggiungere poi l'acqua e il cucchiaio di olio.

 

 

Passo 2

 

Mettere la padella antiaderente sul fuoco moderato e farla scaldare, mettere un goccio

 

d'olio e strofinare con carta da cucina per assorbire l'eccesso. Quando la padella è ben

 

calda verso un mestolo di pastella, ruotare la padella per coprire tutto il fondo. Quando

 

i bordi della crepe si staccano leggermente, girarla e terminare la cottura per un minuto.

 

Andare avanti fino al termine della pastella, tra una crepe e l'altra, passare la carta da

 

cucina unta di olio sulla padella.

 

 

Passo 3

 

Pulire gli asparagi eliminando il gambo bianco e legnoso. Passarli sotto l'acqua,

 

tagliare a rondelle conservando le punte. Mettere a soffriggere il cipollotto tritato o la

 

cipolla.

 

 

Passo 4

 

Mettere gli asparagi nell'olio, lasciare insaporire e portare a cottura aggiungendo

 

acqua. In alternativa, potete utilizzare del brodo vegetale, oppure non coprire troppo il

 

sapore degli asparagi e, per lo stesso motivo, non cuocerli troppo.

 

 

Passo 5

 

Quando gli asparagi sono cotti, frullarli aggiungendo un goccio d'olio se necessario,

 

aggiungere il mascarpone, noce moscata parmigiano e pepe se vi piace. Mettere la

 

crema in una metà della crepe.

 

 

Passo 6

 

Chiudere la crepe in quattro, mettere un po' di parmigiano sulla superficie e passare in

 

forno per la gratinatura. Guarnire con le punte degli asparagi.

 

 

 

 

 

 

Tempo di cottura: 30 minuti

 

 

 


 

 
 
 
INCANTO TRENTINO 2014
 
 

A gastronomia italiana, muito apreciada, é um dos atrativos para os visitantes da Festa,

 

que tem animação na música típica.

 

 

Para brindar a alegria, o vinho produzido na cidade catarinense,

 

distante apenas 80 km da capital, Florianópolis.

 
 
 
 
 

 

 

 

18ª FESTA ÍTALO SALTENSE - 2014

 

 

 

Associazione Italiana "Giuseppe Verdi"

 

Fondata il 3 Agosto 1903

 

 

 

INVITO

 

 

L'Associazione Italiana "Giuseppe Verdi" parteciperà con uno stand alla 18ª Festa

 

Ítalo Saltense 2014. Venite a visitarci e ad assaggiare un "Crostoli", e ad  integrarsi

 

alle nostre attività.

 

 

La festa si svolgerà nei giorni 19,20,21 e 22 giugno 2014 presso il Padiglione delle

 

Arti in piazza Dr. Archimedes Lammoglia.

 

 

 

CONVITE

 

 

A Associação Italiana "Giuseppe Verdi" estará participando com um stand na 18ª Festa

 

Ítalo Saltense 2014. Venha nos visitar e saborear um "Crostoli", e se inteirar das

 

nossas atividades.

 

 

A festa será realizada nos dias 19, 20, 21 e 22 de junho de 2014, no Pavilhão das

 

Artes, na Praça Dr. Archimedes Lammoglia.

 

 

 

 

PROGRAMMA DELLA FESTA (PROGRAMA DA FESTA)

 

 

 

19/06/2014   GIOVEDÌ (QUINTA-FEIRA)

 

 

17.00 - Chegada da Procissão de Corpus Christi e Missa no Pavilhão das Artes

 

20.00 - Cerimônia de Abertura da 18ª Festa Ítalo Saltense: Faces Ocultas Cia. de

 

Dança

 

21.00 - Grupo Folcklorístico Stella Bianca de Jarinú - SP

 

 

 

20/06/2014   VENERDÌ (SEXTA-FEIRA)

 

 

19.00 - Banda Inato Sonoro

 

20.00 - "Coral Etern'Italia"

 

21.00 - Mix Musicale e Orquestra apresentam Viaggio Musicale in Italia

 

 

 

SABATO (SÁBADO)

 

 

16.00 - Corais de Salto

 

18.00 - Humberto Vitale, Tenor Kleber Volpatto e Academia Construção 7

 

19.00 - Coral da Associação Italiana "Giuseppe Verdi"

 

20.30 - Tenor Giuseppe D'Amato

 

22.00 - Banda Hora Extra

 

 

 

DOMENICA (DOMINGO)

 

 

12.00 - Banda Gomes Verdi

 

14.00 - Tenor Raphael Viana (Gospel)

 

15.00 - Banda Musical Kaskata

 

16.30 - Grupos de Dança de Salto

 

17.30 - José Tatangelo

 

19.00 - Balé Paulo Matulevícius

 

20.00 - Tenor Jacob Rocha e Banda Livre Acesso

 

 

 

La Direzione (A Diretoria)

 

 

 

 

8ª FESTA ÍTALO SALTENSE 2014

 

 

 

 

ENTIDADES QUE COMERCIALIZARÃO COMIDAS TÍPICAS

 

 

 

ASSOCIAÇÃO AMIGOS DO BAIRRO SANTA CRUZ

 

Grigliate di carne e verdure (Carne e verduras) e Pollo Fritto (Frango Frito)

 

 

 

ADEFIS - Associação dos Deficientes Físicos de Salto

 

Pizza Intera e Pizzetta (Pizza inteira e Broto)

 

 

 

ADEVISA - Associação dos Deficientes Visuais de Salto

 

Minestre: Cappelletti in brodo / Ravioli in brodo e Minestra di Zucca (Sopa de

 

Abóbora)

 

 

 

GRES. PALMA DE OURO

 

Polenta al ragù o fritta (Polenta com molho ou frita)

 

 

 

ASPAS - Associação Saltense dos Pais e Amigos dos Surdos de Salto

 

Gnocchi alla Bolognese (Nhoque à bolonhesa)

 

 

 

GRES. PALMARES

 

Panini farciti con la mortadella / Spaghetti alla besciamella e al sugo

 

(Pão recheado c/ mortadela e Espaguete ao molho branco ou ao sugo)

 

 

 

ANIBRAS - Associação Nipo-Brasileira de Salto

 

Birra alla Spina e Vino Alla Spina (Chope e Chope de Vinho)

 

 

 

CASA DA CRIANÇA

 

Porchetta (Carne de porco assada à italiana) / Crostata (tipo de torta salgada ou doce)

 

e Budino al Latte (Caçarola Italiana).

 

 

 

CASA DE BELÉM

 

Penne con salsiccia piccante (Massa em forma de cânula de pena de caneta tinteiro

 

com salsicha picante)

 

 

 

AIGV - ASSOCIAÇÃO ITALIANA "GIUSEPPE VERDI"

 

Crostoli (Massa frita e salpicada com açúcar e canela) e Coni ripieni (Cone recheado)

 

 

 

ASSOCIAÇÃO AMIGOS DO CONSERVATÓRIO

 

Vin Brulé o Freddo e Cioccolata Calda (Vinho quente ou frio e Chocolate Quente)

 

 

 

ASSOCIAÇÃO DIVINO SALVADOR

 

Antipasti (Entradas) - Portate di Salumi (Porções de Frios)

 

 

 
 

 

 

 

 

Cartaz FESTA 96a FESTA SAO VITO (edited)

 

 

 

Quem já conhece sabe que são as "Mammas da São Vito" as responsáveis voluntárias

 

pelo sucesso gastronômico desta que é a maior festa típica popular italiana feita fora

 

da Itália. São 96 anos seguidos, com um cardápio típico pugliese inalterado desde a

 

primeira festa, em 1918, passado de "mammas" para filhos, com muito carinho. 

 

Os recursos da Festa sustentam a Creche grátis para 100 crianças de 1 a 4 anos.

 

 

 
 

 

 

 
"Bate-papo com o chef Sauro Scarabotta" - 09/06 às 19h, na FNAC - Av.Paulista
 
 
 

 

 
 
 
 
PIATTI TIPICI

 

 

REGIONE: CAMPANIA

 

 

Carne alla Pizzaiola

 

 

 

Carne alla Pizzaiola

 

 

 

Uno dei secondi piatti a base di carne più amato dai bambini (insieme alle polpette)!

 

Potete prenderli per la gola con un saporito sughetto che si adatta bene alla mitica

 

scarpetta, comporre un piatto unico se abbinate del riso, purè di patate o patate arrosto.

 

 

Il segreto per far rimanere le fettine morbide è di cuocerle velocemente, in questo

 

modo non induriranno. Consiglio: anche non far soffriggere l'aglio nell'olio, ma mettere

 

tutto insieme a crudo (così è più leggera e si esalta il gusto della fantastica passata di

 

pomodoro fatta in casa!)

 

 

Una fantastica scappatoia se avete fatto tardi e vi serve in fretta una cena appetitosa!

 

 

 

INGREDIENTI  (Dosi per 4 persone)

 

 

- 400 gr di fettine di carne di manzo

 

- 200 ml passata di pomodoro

 

- un ciuffo di prezzemolo

 

- aglio

 

- 4 cucchiai di olio extravergine di oliva

 

- sale

 

 

 

Carne alla Pizzaiola

 

 

 

PREPARAZIONE  (10 minuti)

 

 

1) In una padella metti l'olio, l'aglio sbucciato, il prezzemolo, il pomodoro e un pizzico

 

di sale, fa cuocere per qualche minuto

 

 

2) Quando il sughetto è leggermente ristretto, aggiungi le fettine di carne

 

 

3) Le fettine vanno cotte per 5 minuti girandole una volta (la cottura dipende dallo

 

spessore, ovviamente!)

 

 

4) Spegnere e aggiustare di sale

 

 

5) Servite le fettine ben calde!

 

 

* Tempo di cottura: 10 minuti

 

 


 

 

 

 

 

PEDAÇOS DA GASTRONOMIA ITALIANA EM GRAMADO – RS

 

 

 

 

PER VOI - 1

 

 

 

PER VOI - 2

 

 

 

PER VOI - 3

 

Apetitoso Couvert e sucos de uva da região

 

 

 

PER VOI - 4

Entrada: Sopa de Capeletti

 

 

 

PER VOI - 5

"Poderosa" sequência de massas e galetos diversos

 

 

 

PER VOI - 6

Algumas das deliciosas opções de sobremesa:

Pera cozida ao vinho com sorvete de creme, beijinho e brigadeiro de panela

 

 

 

PER VOI

 

Aberto das 11h30 às 15h30 e das 19h às 23h

 

Av. das Hortênsias, 1511, sala 2. Gramado - RS

 

Fone: (54) 3286-0803

 

 

 

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CANTINA DE VICOLOS - 1

 

 

 

CANTINA DE VICOLOS - 2

 

 

 

CANTINA DE VICOLOS - 3

 

Buffet de entrada repleto de deliciosas variedades

 

CANTINA DE VICOLOS - 4

 

 

 

CANTINA DE VICOLOS - 5

Talharim Capu du Mont, serve duas pessoas, bem até demais!

 

 

 

CANTINA DE VICOLOS

 

Aberto das 11h30 às 15h30 e das 18h30 às 24h

 

Av. das Hortênsias, 1377. Gramado - RS

 

Fone: (54) 3286.4464

 

 


 

 

 

 

 

Spazio Italia (logo)

 

 

 

A Food Hospitality World em parceria com a ITALCAM organiza o "Spazio

 

Itália Gastronômico" que acontecerá de 9 a 11 de abril, das 13h às 20:30h, no

 

Transamérica Expo Center, São Paulo e contará com a participação de chefs

 

renomados da gastronomia italiana preparando pratos com produtos italianos

 

para a degustação dos participantes.

 

 

O Food Hospitality World é a Feira Profissional de Alimentação e

 

Hospitalidade, união das feiras TuttoFood e HOST, eventos bienais, que

 

acontecem em Milão/Itália e estão entre as mais tradicionais feiras dos

 

setores de Bares, Restaurantes e Hotelaria do mundo.

 

 

Esta é uma oportunidade única de encontrar-se com mais de 3.000 potenciais

 

compradores - donos de hotéis, restaurantes, pizzarias, gelaterias, bares,

 

gerentes de A&B. E mais a valorização de seus produtos na preparação dos

 

pratos pelos chefs do Spazio Itália.

 

 

Sua presença será potencializada com a degustação de seus produtos.

 

 

Participe do Spazio Itália e exponha seus produtos para compradores

 

altamente qualificados que estão disponíveis para reuniões pessoais durante o

 

evento.

 

 

Para visualizar a apresentação da Food Hospitality World clique aqui.

 

 

 

Informações:

 

 

Erica C. Bernardini  (Resp. Marketing)

 

marketing.erica@italcam.com.br  /  Tel.: 11 3123-2770

 

Câmara Ítalo-Brasileira de Comércio, Indústria e Agricultura

 


 

 

 

 

 

WORKSHOP CULINÁRIA ITALIANA MUSEU IMIGRAÇÃO ITALIANA DE QUIRIRIM

 


 

 

 

 

 

RESTAURANTE ITALIANO ENTRE OS 5 MAIS FABULOSOS DO MUNDO

 

Conheça um pouquinho de cada um deles...

 

 

 

Grotta Palazzese  (Polignano a Mare, Puglia - Itália)  http://www.grottapalazzese.it/

 

 

Grotta Palazzese - 1

 

 

Já imaginou um jantar romântico dentro de uma gruta? Na Itália, mais precisamente

 

nas falésias de Polignano, é uma realidade. O hotel/restaurante Grotta Palazzese se

 

situa dentro de uma gruta com mesmo nome.

 

 

Grotta Palazzese - 2

 

 

Além do lugar inusitado, a visão das mesas surpreendem ainda mais aos turistas.

 

Posicionado a mais de 24 metros de altura, os clientes tem como plano de fundo a

 

bela vista do mar Mediterrâneo.

 

 

Grotta Palazzese - 3

 

 

Localizado na cidade medieval de Polignano a Mare (província de Bari na região da

 

Puglia), é a atração local principal.

 

 

Grotta Palazzese - 4

 

 

 

 

Ithaa Undersea Restaurant  (Ilha de Rangali - Maldivas)  http://conradhotels3.hilton.com/

 

 

Ithaa Undersea Restaurant - 1

 

 

Quando o assunto é mar, é com as Maldivas mesmo. Restaurante ambientado a 5

 

metros de profundidade na ilha de Rangali, faz o arquipélago figurar mais uma vez em

 

lista de locais paradisíacos. O seu interior proporciona vista para milhares de peixes,

 

arraias e até tubarões, que passam por cima dos clientes enquanto degustam os

 

pratos.

 

 

Ithaa Undersea Restaurant - 2

 

 

Construído em 2005 por unidade do Grupo Hilton, o restaurante conta somente com

 

12 lugares. Mesmo custando entre 120 e 150 dólares para fazer uma refeição, esse

 

peculiar lugarzinho tem filas de espera de mais de 15 dias.

 

 

Ithaa Undersea Restaurant - 3

 

 

Portanto se pretende conhecê-lo, melhor indicação é reservar com boa antecedência,

 

de um mês no mínimo.

 

 

Ithaa Undersea Restaurant - 4

 

 

 

 

The Rock Restaurant  (Praia de Michanvi Pingwe - Tanzânia)  http://www.therockrestaurantzanzibar.com/

 

 

The Rock Restaurant - 1

 

 

Localizado sobre uma ilhota de pedra do litoral da Tanzânia no oceano Índico, a casa

 

atrai seu público com o original visual cinematográfico que possui. No total são 12

 

mesas distribuídas de maneira que todas tenham vista para o mar, além de um terraço

 

panorâmico para apreciar as belas e estreladas noites da região.

 

 

The Rock Restaurant - 2

 

 

Com a maré baixa é viável chegar ao restaurante caminhando pela praia, porém,

 

quando a maré está alta, só é possível de barco. Especializado em frutos do mar, que

 

são pescados literalmente aos seus pés, o The Rock é a principal sensação da

 

tranquila praia de Michanvi Pingwe (costa sudeste de Zanzibar).

 

 

The Rock Restaurant - 3

 

 

 

 

Soneva Kiri  (Ilha de Koh Kood - Tailândia)  http://www.soneva.com

 

 

Soneva Kiri - 1

 

 

Que tal "bater um rango" sobre a copa das árvores? Na Ilha de Koh Kood na Tailândia

 

isso está longe do surreal. O resort Soneva Kiri criou um restaurante que é composto

 

por casulos no alto de palmeiras, a mais de 6 metros de altura.

 

 

Soneva Kiri - 2

 

 

Soneva Kiri - 3

 

 

Focado no turismo para Lua de Mel e casais, os casulos têm capacidade para até 4

 

pessoas. Apesar do encantador tom azul-turquesa do mar, o verdadeiro destaque é o

 

serviço à mesa. Os garçons se locomovem no melhor estilo "Tarzan" através de uma

 

tirolesa.

 

 

Soneva Kiri - 4

 

 

 

Villa Escudero Restaurant  (Tiaong - Filipinas)  http://www.villaescudero.com/

 

 

Villa Escudero Restaurant - 1

 

 

Soma de peso à relação de ambientes gastronômicos mais distintos do mundo, nesse

 

ristorante as mesas ficam extremamente próximas de uma cascata. Os turistas têm

 

seus pés refrescados pela água e ainda contam com a úmida brisa proveniente da

 

cachoeira. Construído ao lado de uma queda d'água artificial de usina geotérmica,

 

pertence a um resort da cidade de Tiaong, nas Filipinas.

 

 

Villa Escudero Restaurant - 2

 

 

*Adaptação do artigo de Dennys Marcel (Fonte: ecoviagem.uol.com.br)


 

 

 

 

 

 

Hummmmmmmm!

 

<i>Filet Mignon Pizzaiola (Alho, Azeite, Oregano e Tomate)

Filet Mignon Pizzaiola (Alho, Azeite, Orégano e Tomate)

 

 

Panzerotti Di Mascarpone al Pomodoro Basilico

Panzerotti Di Mascarpone al Pomodoro Basílico

 

 

Mesa de Doces do TATINI (1)

Deliciosa mesa de Doces do Tatini

 

 

Escalope de Filet ao Roquefort com Batatas Saute

Escalope de Filet ao Roquefort com Batatas Sauté

 

 

Filet de Linguado com Uva Italia alla Creme

Filet de Linguado com Uva Italia alla Creme

 

 

Mesa de Doces do TATINI (2)

 

 

Cozinha de primeira classe (tatinirestaurante.com.br) em São Paulo - SP  

 


 

 

 

 

 

 

2013

 

 

 

 

 

 

FANFULLA PRESENTE NO NATAL DOS CATARINENSES

 

Parede decorada Fanfulla - Trattoria Di Taroni

 

A Trattoria Di Taroni, em Florianópolis-SC fez a decoração do seu salão de espera com páginas do FANFULLA.

 

Uma parte da História da publicação está escrita nas paredes da Casa, localizada na via gastronômica de Coqueiros, bairro continental da capital catarinense. Nessa época a árvore de Natal compõe a decoração. 

 

A todos, de todas as partes do Brasil, os gestores do FANFULLA desejam FELIZ NATAL e ÓTIMO 2014.

 


 

 

 

 

 

Curso Avancado Degustacao Cafe - Metodologia SCAA 18, 19, 21 e 22 NOV 2013

 


 

 

 

 

 

II WORKSHOP - CUPPING PARA INICIANTES - de Roberta Bazilli

 


 

 

 

 

 

WORKSHOP CULINÁRIA ITALIANA MUSEU DA IMIGRAÇÃO ITALIANA DE QUIRIRIM

 


 

 

 

 

 

MOSTRA DOC GASTRONOMICA

 


 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

PIATTI TIPICI

 

REGIONE: LIGURIA

 

Stoccafisso alla genovese

 

 

Stoccafisso alla genovese  

 

 

Insalata

 

Lessare lo stoccafisso e mentre intiepidisce (ma non deve freddare), preparare in un piatto fondo una salsetta con tonno sminuzzato, acciughe salate e tagliate a pezzetti, capperi, olio extravergine d'oliva, limone e tuorlo d'uovo sodo. Condire con questa salsa (che deve restare grossolana e non amalgamata) lo stoccafisso, aggiungendo sale e pepe a piacere. Servire tiepido.

 

 

Accomodôu

 

Un chilo di stoccafisso, acciughe salate, funghi secchi, sapori, aglio, patate, olive verdi, pinoli, olio extravergine d'oliva, sale e pepe. Sciogliere, con i rebbi della forchetta di legno, in abbondante olio, in un tegame (se possibile di coccio), almeno tre acciughe salate, lavate e diliscate, e riscaldare senza arrivare a bollore. Quando le acciughe saranno sciolte, aggiungere un battuto con un pizzico di funghi secchi (ammollati in acqua tiepida), una cipolla grossa, una carota e una costa di sedano. Alzare la fiamma e mescolare spesso il soffritto per evitare che bruci e, quando il tutto assume un bel colore dorato, aggiungere uno spicchio d'aglio. A questo punto (già lavato, spellato e fatto a pezzi) unire lo stoccafisso nel tegame: abbassare la fiamma al minimo, aggiustare di sale e pepe e lasciare cuocere, coperto, per circa mezz'ora. Aggiungere olive snocciolate e pinoli a piacere, e allungare con un mestolo di acqua tiepida o, meglio, con brodo vegetale. Coprire, mantenendo il fuoco al minimo, e cuocere per circa tre ore. Quando sono passate due ore e mezzo circa, mettere nel tegame patate crude a tocchetti. Servire caldo.

 

 

ä mainesca (alla marinaresca, per 6 persone)

 

Un chilo di stoccafisso, olio extravergine d'oliva, aglio, prezzemolo, mezzo chilo di pomodori, olive verdi e olive nere, pinoli, capperi, acciughe salate, vino bianco secco, origano, sale e pepe. Scottare (per 10 minuti) lo "stocche" in acqua bollente con foglie d'alloro e fettine di limone. A parte, predisporre in un tegame un battuto con le acciughe sciolte nell'olio, prezzemolo e aglio tritato. Appena il battuto prende colore, unire i capperi e i pomodori a pezzi senza semi. Dopo un quarto d'ora di cottura a fiamma viva, unire lo stoccafisso tagliato a pezzi, le olive e pinoli. Le olive verdi e quelle nere più grosse possono anche essere tritate grossolanamente. La cottura va eseguita con il tegame coperto, a fiamma bassa, per un altro quarto d'ora circa. Sorvegliare che il preparato e il pesce non si attacchino al fondo allungando con il vino bianco. Servire caldo.

 

 

Boggïo (bollito, per 6 persone)

 

Un chilo di stoccafisso, un mazzetto di sapori, olio extravergine d'oliva, un limone, due pomodori maturi, qualche patata, sale e pepe. Mettere in una capace pentola con acqua fredda un mazzetto di sapori legati con un filo, prezzemolo, carota, una cipolla piccola, una costa di sedano. Quando l'acqua è a bollore accomodarvi lo stoccafisso, già ammollato, pulito e tagliato a pezzi, e lasciare sobbollire a fiamma vivace per non più di dieci minuti. A parte lessare le patate. A giusto punto, scolare lo stoccafisso e accomodarlo in una terrina, mescolarlo con le patate pelate e tagliate a pezzi e aggiustare di sale, olio, pepe e il succo di un limone. C'è una variante: a metà cottura, unire nella pentola i pomodori da salsa con la loro buccia. Al momento di servire in tavola, schiacciare con i rebbi di una forchetta i pomodori sulle patate e sullo stocco, togliendo la buccia. Condire ancora con olio, sale, pepe e limone. Servire caldo.

 


 

 

 

 

 

Festa Achiropita 2013

 

UMA DAS MAIS TRADICIONAIS FESTAS ITALIANAS NO BRASIL, REALIZADA NO BAIRRO DO BIXIGA

 

Sob as bênçãos de Nossa Senhora Achiropita, a festa comemora sua 87ª edição no mês de agosto de 2013, sempre aos finais de semana, sábados e domingos.

A Festa em homenagem a padroeira do bairro, começou com a chegada dos imigrantes italianos, grande parte da Calábria, no bairro do bixiga, no início do século passado.

A devoção dos imigrantes italianos foi contagiando todo o bairro, e hoje se tornou um símbolo de fé, alegria e solidariedade, estendendo-se a toda cidade de São Paulo, atraindo caravanas do interior do estado e até de outros estados do Brasil.

A festa de Nossa Senhora Achiropita faz parte do calendário de eventos turísticos oficiais da Secretaria de Turismo da cidade de São Paulo.

São mais de 950 pessoas, todas voluntárias, que trabalham com muita dedicação e amor durante os cinco finais de semana de agosto, para homenagear Nossa Senhora Achiropita e colaborar com a manutenção das Obras Sociais.

Os milhares de visitantes que participam dessa Festa deliciam-se com as comidas típicas italianas, preparadas pelas “mamas” e deixam-se contagiar pelo ambiente alegre e festivo.

 

REALIZAÇÃO

A Festa é realizada nos dias 03, 04, 10, 11, 17, 18, 23, 24, 25, 31 de agosto e 1º de setembro, sendo aos sábados e domingos em três ambientes interligados. No dia 23/08 (sexta-feira), apenas na Cantina (parte interna).

 

 ATRAÇÕES

A linha de produção das fogazzas com mais de 200 pessoas preparando essa deliciosa comida italiana, com um toque especial e inconfundível.

Dentre os prêmios mais cobiçados da festa, um carro e o queijo provolone com dois metros de comprimento e aproximadamente 100 quilos.

 

PARTE EXTERNA

(Nas ruas 13 de maio, São Vicente e Dr. Luiz Barreto)

  • Sábados: 18h00 às 24h00
  • Domingos: 17h30 às 22h30

São instaladas 30 barracas onde o público pode deliciar-se com vários pratos típicos italianos como: Fogazza, Fricazza, Polentas, Antipasti, Pepperoni, Melanzana ao forno, Macarrão, Pizzas, Calabresas.

Diversos tipos de doces, inclusive os típicos italianos.

Tem ainda barraca de brinquedos para as crianças.

Bebidas: Vinho, Chope, Refrigerantes.

 

PARTE INTERNA

Cantina: Sábados (20h00 às 24h00) / Domingos (19h00 às 23h00)

Mesão com deliciosos pratos frios e quentes, preparados carinhosamente pelas “mamas” da cozinha, desde as terças-feiras, em todas as semanas da festa.

Spaghetti à moda Achiropita, Antipasti, Polenta, Sardela, Fogazza, Fricazza, Pepperoni, Melanzana ao forno.

Musica italiana ao vivo com diversos cantores, danças, leilões e sorteio de brindes.

 

PARTE RELIGIOSA - IGREJA

Visitação e orações a Nossa Senhora Achiropita.

Bênçãos de hora em hora durante o transcorrer da Festa.

A Igreja fica completamente lotada de fiéis e a manifestação de fé em Nossa Senhora Achiropita é indescritível.

 

DESTACAM-SE AINDA

  • Novena a Nossa Senhora (06 a 14 de agosto)
  • Missa solene, com a Coroação de Nossa Senhora Achiropita. (15 de agosto às 20h)
  • Procissão em louvor a Nossa Senhora, pelo bairro com a tradicional homenagem dos alunos do Centro Educacional Dom Orione - CEDO, através da confecção do tapete artístico de serragem e material reciclado. (18 de agosto às 15h)
  • Festa da apoteose e encerramento com atrações especiais na Rua e na Cantina. (1º de setembro)

 

ESTIMATIVA DA FESTA

- Estima-se um publico rotativo de 20.000 pessoas.

- CONSUMO:

  • 17.000 quilos de farinha de trigo
  • 12.500 quilos de macarrão
  • 6.000 latas de óleo
  • 10.000 mil quilos de mozzarella
  • 10.000 litros de vinho
  • 15.000 litros de chope
  • 15.000 litros de refrigerante
  • 5.000 quilos de linguiça
  • 6.000 quilos de carne, etc...

 

O RESULTADO

OBRAS SOCIAIS MANTIDAS COM A ARRECADAÇÃO DA FESTA

Centro Educacional Dom Orione (C.E.D.O) - atende cerca de 430 crianças de famílias de baixa renda do bairro, na faixa etária de 07 a 17 anos, fornecendo café da manhã, almoço e lanche, lazer, reforço escolar, acompanhamento psicológico, curso de digitação, informática e iniciação profissionalizante. Atividades com instrumentos de orquestra, percussão, teclado, canto e danças, esportes em geral, artesanato, artes plásticas, jogos de mesa (especialmente xadrez), formação básica de socorristas mirins, cultura religiosa, recreação, grupo de autoconhecimento, etc. Outro trabalho fundamental do projeto é o encaminhamento para o programa Jovem Aprendiz em empresas dos 15 aos 17 anos. Parcerias com a Economus, CESP, Banco do Brasil, Camargo Correa e outras empresas num total de aproximadamente 70 adolescentes estagiando. O corpo de funcionários é constituído de pedagogos, assistentes sociais, educadores, etc. Todos contratados com o objetivo de promover melhor qualidade de vida, com as formações intelectuais, morais, cívicas e religiosas às crianças e adolescentes do bairro do Bixiga e imediações.

 

Mova (Movimento de Alfabetização de Jovens e Adultos) - Cerca de 150 pessoas se beneficiam deste projeto.

 

Casa Dom Orione - que promove assistência a 120 pessoas na terceira idade, com atividades de lazer, integração social, musicoterapia, passeios, trabalhos de artesanato, etc.

 

 

Acolhimento à população de rua, cerca de 200 pessoas diariamente.

 

 

No Espaço Social – Divina Providência - vinculado à população de rua, encontra local para banho e lavagem de roupas, café da manhã e almoço. Promove ainda trabalhos de recuperação a Casa Dom Orione, com alguns resultados já obtidos, orientação e assistência psicológica, curativos, assistência médica, e jurídica, totalmente gratuitos à comunidade carente.

 

Alcoólicos Anônimos auxiliando no resgate da dignidade.

 

Creche Mãe Achiropita - A creche “Mãe Achiropita” é um projeto das Obras Sociais Nossa Senhora Achiropita que atende aproximadamente 200 crianças de 0 a 4 anos de idade em período integral. Oferece diariamente alimentação adequada à faixa etária, promovendo hábitos saudáveis de higiene e saúde, desenvolvendo atividades pedagógicas, recreativas e sociais. Atualmente busca parcerias visando enriquecer e ampliar seus projetos.

 

Relações Públicas: festa@achiropita.org.br   (Miguel e Mônica; Moitinho e Maria Emília; Eder e Nilza)

 

Para mais informações acesse o site: www.achiropita.org.br

 


 

 

 

 

 

PEDAÇOS DA GASTRONOMIA ITALIANA EM MONTE VERDE – MG

 

 

   

 

Um pedacinho da Itália em Monte Verde, assim descrevem os seus clientes. Tem como especialidade da casa o delicioso Polpettone alla Parmigiana, que pode ser saboreado na companhia de massas como spaghetti ou penne. O menu conta com diversas outras opções de pratos e antepastos (uma apetitosa Sardela de Calabresa entre eles) e o paladar fica aguçado com os molhos que são muito bem preparados, havendo uma boa variedade destes. Entre as sobremesas, podemos destacar a Torta di Cioccolato, leve e cremosa, com parcial textura de mousse, e que ao por na boca também traz lembranças de sorvete, hmmm... Decoração e som ambiente: à italiana, é claro.

- Av. Monte Verde, 215. Logo após a entrada de Monte Verde, distrito do município de Camanducaia, estado de Minas Gerais.

 

Polpettone alla parmigiana con spaghetti (Cantina Portale di Napoli - MV)               Torta di Cioccolato (Cantina Portale di Napoli - MV)

 Polpettone alla parmigiana con spaghetti                                               Torta di Cioccolato

 

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CANTINA ROMA (MONTE VERDE)

 

Quem não gosta de Filés, Fondues, Trutas, Sopas e Pizzas no forno à lenha? Nem todos gostam de tudo, mas deixar de gostar de nenhuma destas opções, é impossível. Indo à Monte Verde, não deixe de dar uma passada na Cantina di Roma, onde além dos pratos supracitados é possível se deleitar com uma suculenta lasanha que serve duas pessoas “muito bem servidas”, com alternativas para recheio e molhos.

 

PIZZAS FEITAS EM FORNO A LENHA (CANTINA ROMA - MONTE VERDE)

 

- Ambiente arrojado que fica no piso de cima do Nº 969 da Av. Monte Verde.

 

 

 

 

 

 

PIATTI TIPICI

 

REGIONE: Valle d’Aosta

 

Croissant Salati

 

Croissant salati   Croissant salati

 

INGREDIENTI  

 

  • 250 gr. di Farina;
  • 250 gr. di burro;
  • un pizzico di sale;
  • acqua q.b.;
  • salumi a piacere;
  • formaggio a piacere

 

 

PREPARAZIONE  

 

Formate la fontana con 190 g di farina, mettete al centro un pizzico di sale e impastate versando a filo tanta acqua quanto basta per ottenere un impasto né troppo duro né troppo morbido. Formate un panetto e tenetelo da parte al fresco. Impastate la farina rimasta con il burro morbido, formate un altro impasto. Stendete il primo panetto con il matterello, posizionatevi sopra il composto di burro e farina e distribuitelo bene. Piegate gli angoli del quadrato verso il centro per racchiudere il burro. Stendete il tutto in una striscia rettangolare, piegatela su se stessa in quattro parti e lasciatela riposare per 15 minuti coperta e al fresco. Rifate questo procedimento per 5 volte ogni 15 minuti. Stendete la pasta in una sfoglia circolare piuttosto sottile e dividetela in 8 triangoli tutti uguali. Arrotolate ognuno partendo dalla base più corta e curvateli leggermente per dargli la forma tipica dei croissants. Disponete i croissants su una teglia rivestita di carta da forno e cuoceteli a 180° per circa 20 minuti fino a quando non saranno dorati. Lasciateli intiepidire e farciteli con i salumi e i formaggi che più preferite.

 

Consigli: se volete rendere la superficie dei croissants più lucida e dorata, spennellateli con un uovo sbattuto insieme a una goccia d'olio prima di infornarli.

 

 


 

 

 

 

 

CONVITE LANCAMENTO GUIA RESTAURANTES ITALIANOS COMUNITA

 


 

 

 

 

 

 FLYER - 95a FESTA DE SAO VITO - SP

 


 

 

 

 

 

PIATTI TIPICI

 

NAZIONE: MALTA

 

Risotto Alla Vodka

 

Risotto Alla Vodka   Risotto Alla Vodka

 

INGREDIENTI  (Dosi per 4 persone)

 

  • 350 G Riso;
  • 100 G Salmone Affumicato;
  • 100 G Code Di Gamberetti Lessate;
  • 100 G Mascarpone;
  • Erba Cipollina;
  • Brodo Vegetale;
  • Burro;
  • Sale;
  • Pepe;
  • 2 Bicchierini Vodka

 

 

PREPARAZIONE

 

Soffriggere 50 g di burro e rosolarvi metà salmone tritato e i gamberetti. Unire il riso, tostarlo, bagnare con la vodka e far evaporare. Portare a cottura aggiungendo poco alla volta il brodo necessario. Poco prima di togliere dal fuoco salare, pepare e unire il rimanente salmone a pezzetti e il mascarpone. Prima di servire cospargere con l'erba cipollina tagliuzzata.

 


 

 

 

 

 

FESTA DELLA MAMMA 2013 - Mogi Mirim

 


 

 

 

 

 

95ª FESTA DE SÃO VITO

 

LA TRADIZIONE CONTINUA CON LA GIOVENTÙ

 

TUDO PELA NOSSA CRECHE

 

Uma devoção do sul da Itália, que atravessou o oceano e contagia a cidade de São Paulo,

 

de 18 de maio a 7 de julho de 2013.

 

Quando os primeiros imigrantes italianos deixaram a cidade de Polignano a Mare (pronuncia-se Polinháno a Máre), na Puglia (pronuncia-se Púlhia), jamais imaginariam que a devoção ao seu Santo Padroeiro se transformaria na maior festividade típica popular realizada fora da Itália. Durante os meses de maio, junho e começo de julho, a Festa de São Vito transforma o Brás no principal ponto de encontro para milhares de pessoas e dezenas de caravanas do interior e do país.

DIA DE SÃO VITO - Ele é o padroeiro da cidade de Polignano a Mare e o protetor dos artistas, das doenças nervosas, dos jovens e dos dependentes de drogas e é comemorado no dia 15 de junho.  Desde a infância, Vito recebeu formação cristã dos servos Modesto e Crescencia, mas foi denunciado pelo próprio pai - Hila, um soldado romano, ao Imperador Diocleciano, perseguidor de cristãos. Sem renunciar a sua fé, Vito foi torturado até a morte, em 15 de junho de 303 D. C., aos 15 anos idade. Seus restos estão enterrados em Polignano a Mare e o milagre de suas aparições e curas ganhou devoção no sul da Itália, atravessou o oceano e é comemorada aqui, com muita fé e alegria, na única festa realizada em recinto fechado.

RESPONSABILIDADE SOCIAL E VOLUNTARIADO - Organizada pela Associação Beneficente São Vito Mártir, a Festa é a principal fonte de recursos para a manutenção da CRECHE SÃO VITO, também conveniada com a Prefeitura de SP. São 115 crianças de 1 a 4 anos atendidas gratuitamente, em período integral, com profissionais contratados e muita dedicação dos voluntários da Festa. Nos 17 anos de existência, a Creche acolheu mais de 19 mil crianças.

TRADIÇÃO E QUALIDADE CONSAGRADAS ATRAVÉS DA GASTRONOMIA PUGLIESA resultam em pratos de dar água na boca. Transmitida por gerações, são as Mammas da São Vito (pronuncia-se mámmas) - senhoras voluntárias, entre os 70 e 90 anos -, que colocam as mãos na massa no preparo de iguarias típicas como a Guimirella (churrasco de fígado e folhas de louro), spaghetti ou ricchitelle (pronuncia-se riquitelle e significa orelhinha) al sugo ou a puttanesca. Um capítulo à parte é o molho ou Ragú - campeão nos quesitos sabor e aroma -, é feito apenas com tomates maduros, manjericão fresco, cozinha lentamente horas a fio. Apreciadíssimas são a ficazza (pizza alta) e a ficazzella (pastel frito com tomate, muzzarella e orégano) que  agitam a cozinha ao vivo e a cores. Já os doces típicos: piccicatella (pronuncia-se pitchicatella), amaretti, castagnelle (pronuncia-se castanhelle), pezza dolce e dormosa saciam a gula, sem culpa!

Os números são extraordinários, a estimativa total é atrair mais de 80 mil pessoas para consumir 150 mil pratos de spaghetti e ricchitelle, 5 mil quilos antepasto de berinjela, 60 mil ficazzelle (tipo de pastel), 30 mil ficazze (pizza alta) e 40 mil doces típicos, 6 toneladas de farinha de trigo, 8 de tomates, 6 de cebolas e 6 mil litros de azeite de oliva.

 

SERVIÇO: 95ª. FESTA® DE SÃO VITO – de 18/05/2013 a 07/07/2013. Somente aos sábados das 20h à 1h30 e aos domingos das 19h30 às 11h30.

 

CANTINA: Rua Fernandes Silva nº 96 – Brás, São Paulo, SP- CEP 03005-010. Capacidade para 480 cadeiras em mesas de 20 lugares numerados, com total visibilidade para o palco e acesso à pista de dança. Ingresso individual: no SÁBADO R$ 60,00, com direito a: 1 antepasto, 1 prato de spaghetti ou ricchitelle, 1 ficazzella, cadeira e mesa numeradas. No DOMINGO: R$ 30,00 dom direito a 1 antepasto, 1 prato de spaghetti, cadeira e mesa numeradas. Acesso a deficientes, cartões débito/crédito. Bebidas à parte.

PRAÇA DE ALIMENTAÇÃO: Rua Polignano A Mare nº 255 - Brás, São Paulo, SP. Com mesas de apoio e capacidade para 3 mil pessoas por noite. Ingresso individual: R$ 5,00 (vale-troca). Crianças até 05 anos, acompanhadas dos pais têm entrada grátis. Cardápio: Antepasto Nostrano, Guimirelle (especialidade polignanesa), Macarrão Spaghetti Allá Puttanesca ou al Sugo (Ragu de tomates), Ricchitelle com semolina importado de Bari, Ficazzella, Ficazza, Churrasco de Carne e Linguiça, Bebidas, Quentão, Vinho Quente, Doces tipicos e em geral.

MÚSICA AO VIVO E PISTA DE DANÇA

Período de 18/05 a 09/06 – Apresentação Banda Italianíssima Brasil

Período de 15/06 a 07/07 – Apresentação Banda ECE Som Itália

 

INFORMAÇÕES E RESERVAS ANTECIPADAS: com Edméia ou Angela,

nos fones: 11- 3227-8234; 11- 3229-5678; 11- 3326.2957.

Site: www.associacaosaovito.com.br

E-mails: festasaovito@uol.com.brcontato@associacaosaovito.com.br

 


 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 

2012

 

 

 

 

 

 

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 SÃO PAULO SEDIA PELA 1ª VEZ A SEMANA DA COZINHA REGIONAL ITALIANA

 

De 15 a 21/10, acontece pela 1ª vez em São Paulo a Semana da Cozinha Regional Italiana. Durante o período, 12 renomados restaurantes italianos da cidade oferecerão menus especiais homenageando diferentes regiões do país. O acontecimento faz parte da Semana da Língua Italiana no Mundo, que acontece anualmente em diversos países e este ano chega ao Brasil.

O evento está em sua 12ª edição e tem como objetivo promover a língua e, através dela, a cultura italiana. O tema deste ano é “A Itália dos territórios e a Itália do futuro”, que abrange a diversidade das identidades regionais, muito expressada pela variedade de suas cozinhas.

A gastronomia italiana é caracterizada pela diferenciação de acordo com as regiões (que totalizam 20). Na Semana da Cozinha Regional Italiana, 12 delas serão representadas pelos participantes:

 

PARTICIPANTES/REGIÕES

Aguzzo: Lombardia

Biondi: Abruzzo

Circolo Italiano: Veneto

Friccò Ristorante: Umbria

Maremonti: Campania

Osteria del Pettirosso: Lazio

Pasquale Cantina: Puglia

Piselli: Piemonte

Ravioli Cucina Casalinga: Emilia Romagna

Trattoria e Rosticceria do Picchi: Toscana

Vinheria Percussi: Sicilia

Zena Caffè: Liguria

 

Os menus serão oferecidos no almoço e jantar - podendo variar de acordo com o horário - e os preços acompanham os perfis das casas.

 

A Semana da Língua Italiana é promovida pela Accademia della Crusca (a academia da língua italiana) em cooperação com o Ministério das Relações Exteriores da Itália e seus órgãos no exterior (institutos italianos de cultura, embaixadas e consulados da Itália). Em São Paulo, também conta com a colaboração do ICIF – Italian Culinary Institute for Foreigners e da Accademia Italiana della Cucina. A ação acontece sempre em outubro em diversos países, mas o Brasil é o 1º a utilizar a gastronomia como forma de expressão.

 


 

 

 

 

PIATTI TIPICI

 

REGIONE: MOLISE

 

Spezzatino d'agnello

 

 

INGREDIENTI  (Dosi per 6 persone)

 

  • - 1000 gr. di agnello;
  • - 2 spicchi di aglio;
  • - 1 rametto di rosmarino;
  • - 1 fetta di lardo tritato;
  • - qualche fogliolina di salvia;
  • - peperoncino;
  • - vino bianco;
  • - olio extra vergine di oliva;
  • - sale

 

PREPARAZIONE  (120 minuti)

 

Soffriggere a fuoco bassissimo in un tegame di terracotta largo e basso con un filo d'olio il lardo tritato insieme agli spicchi di aglio; aggiungere le foglie di salvia e il rosmarino e, appena il grasso si sarà sciolto, aggiungere la carne tagliata a pezzi, salare e insaporire con il peperoncino. Cuocere a fuoco basso e a recipiente coperto bagnando di tanto in tanto con il vino. Appena pronto portare in tavola nello stesso tegame di cottura.

 

 


 

 

 

 

 

POUSADA CANTINA ITALIANA NOVA TRENTO SC

 

 A 77 km de Florianópolis, essa é boa opção de hospedagem e alimentação. O Buffet típico servido diáriamente sacia o apetite e agrada ao paladar. A cidade tem diversas vinícolas e acompanhar a refeição com vinho é quase óbvio. O ambiente da Cantina é decorado com objetos antigos. A Pousada tem loja de produtos coloniais e artesanato. O café da manhã não desaponta os mais "comilôes". Os apartamentos dispoem de internet Wi-Fi, TV, frigobar e ar condicionado.

O Trentino Café Colonial é da mesma família Orsi, mas atenção: Só abre aos domingos das 14 às 20 horas. São 80 ítens! Fica anexo ao Museu da Cultura Italiana, que merece ser visitado. No acesso ao Morro da Cruz, onde está o Santuário de N. Sra. do Bom Socorro. Pouco adiante, a Villa Trentina Chalés é a possibilidade de se estar em contato ainda mais próximo ao verde da natureza da Mata Atlântica. Os chalés acomodam até quatro pessoas. Têm TV, frigobar, internet e ar condicionado.

 

Para informações e reservas: 48 3267.0028

 


 

 

 

 

TATINI RESTAURANTE 

 

Medalhão de Filet Mamma Mia - com catupiry, acompanham batatas cozidas e cenoura

 

Cozinha de primeira classe (tatinirestaurante.com.br) em São Paulo - SP   

 


 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

DILE VALDUGA RISTORANTE

 

Estando em Canela - RS, uma ótima escolha para almoço, Buffet por quilo ou livre, à escolha, grande variedade de opções com toque e peculiaridade italianos junto à cozinha em geral, dentre elas pode-se destacar o saccottini (massa caseira), a alcachofra e o champion recheados de modo especial e distinto.

 

www.dilevalduga.com.br

 


 

 

 

 

 

CANTINA DI CAPO

 

Em Gramado - RS, restaurante acolhedor a la italiana que conta com excelente atendimento, Buffet Antipasti variado e atraente pelo seu aroma, adega bem diversificada de vinhos e minuciosas combinações que resultam em deliciosíssimos pratos como o da foto a seguir, além de som ambiente a caráter.

 

Fettuccini de espinafre ao molho di capo (azeite de oliva, escalopes de filé, muzzarella de búfala, tomate seco, sálvia, manjerona, manjericão.)

 

www.cantinadicapo.com.br

 


 

 

 

 

 

EM URUSSANGA - SC

 

Vizinha a Criciuma e a 200 km de Florianópolis, a cidade de colonização italiana tem uma atração gastronômica diferenciada e que todo apreciador da boa mesa deve experimentar: O "Menu degustazione" do Ristorante PIRAGO, que completa 16 anos em 2012, instalado em edificação de pedra com arquitetura impressionante.

O atendimento direto pelo proprietário, Bortolotto, que comanda com maestria o salão que além de aconchegante tem capacidade para até 70 pessoas, e a qualidade dos pratos preparados com carinho pela sua esposa Soraia fazem a receita de sucesso do PIRAGO.

Mas, os detalhes da decoração, incluindo diversos relógios dos quais pode-se ouvir o cantar ou badalar das horas, única indicação de que o tempo não parou naquele recanto que reverencia a culinária.

Risotto de Funghi, Spaghetti, Gnocchi, Frango com Abobrinha zucchine, Filé ao molho Mostarda(suave), acompanhados por vinho que o cliente escolhe diretamente na Adega. Preferimos um Branco Demi Sec, da uva Goethe, típica da região. Para completar a sobremesa que pode variar, e na nossa refeição foi o trio de sorvetes nos sabores Doce de Leite com pedaços de Nozes, Chocolate meio amargo (parecendo um mousse) e Limâo (cremoso). Indescritível o paladar. O prazer dessa degustação é uma rara e válida experiência gastronômica.

O telefone do PIRAGO é 48 3465.2907 / 9904.3834

 


 

 

 

 

 

OSTERIA DEL PETTIROSSO

 

Filleto di manzo con formaggio di capra e pepe verde
 

File mignon grelhado servido com creme de queijo de cabra fresco e pimenta verde, acompanham batatas assadas e legumes sauté.

Prove esta delícia na Osteria del Pettirosso (www.pettirosso.com.br) em São Paulo - SPOsteria del Pettirosso

 

 


 

 

 

 

 

DICAS GASTRONÔMICAS por Luciano Dellarole

 

SERRA GAÚCHA – REGIÃO DOS VINHOS
 

OFICINA BIER: AQUI O CHOPP CONSERTA QUALQUER MAL

Cervejaria Oficina Bier existe desde 1999. E tem como diferencial a opção do Chopp Frutado. Na prática nem só frutas compõem essa caixa de ferramentas cujos sabores atraem pessoas dos mais variados gêneros. Afinal a curiosidade é natural do ser humano. Anis, Café, Chocolate Branco, Hortelã com Pimenta, Maracujá, Morango e o que não poderia faltar na terra do vinho, Uva. É válido esclarecer que os sabores são ofertados alternadamente, um a cada dia. Portanto não é possível fazer a degustação dos diversos frutados. Mas, pode-se saborear o Gold, o  Imperial, o Lager(tipo Pilsen), Malzbier, Negro( tipo Bock), Pale Ale, Porter, Red Ale, o Weiss(trigo), e as variações do frutado.

Para “dar Chopp na boca”, a família que fundou e administra a Cervejaria instalou o Chopp Bar, na rua que concentra parte representativa da gastronomia da cidade. A referência é o Hotel Dall’Onder, pois fica exatamente em frente.

As irmãs Andreia e Roberta comandam o atendimento no Salão. A mãe, Sra. Ieda é quem prepara as delícias que vão à mesa para acompanhar o Chopp. Sim, aqui o “prato” principal é o Chopp, em qualquer das 10 variedades. Mas, que o Filé que tive o privilégio de provar é “squisito”, isso garanto. Imperdível, e acompanhado por salada e bem servida porção de batatas fritas.

 

DON PEPE DI BENTO, ONDE TUDO COMEÇA E TERMINA EM PIZZA!

Já experimentou pizza de mousse de pêssego? Não sabe o que perde! Ao menos se for a preparada pela Don Pepe Di Bento, localizada diante da igreja da Pipa, no formato de uma “pipa” de vinho.

Ambiente agradável, atendimento correto e grande vaiiedade de sabores de pizzas compõem o cardápio noturno da Don Pepe. O título dado a esse texto, na verdade vale para a noite, uma vez que no almoço o sistema da casa privilegia a livre opção do cliente que se serve no bom buffet self-service, com saladas, pratos quentes e a mesa de sobremesas, além do capeleti in brodo, que se não é obrigatório, é imperdível.

Terminando, de volta às pizzas: As doces são oferecidas em 10 sabores entre os quais sorvete de uva. As pizzas são servidas nas mesas, assim como as massas incluídas no sistema, além do buffet de saladas e do famoso capeleti in brodo.

 

ESTAÇÃO BANGALÔ, NOVA OPÇÃO, COM ATRAÇÃO DIFERENCIADA

Uma miniatura de Rede Ferroviária, através da qual réplica da ’Maria Fumaça” circula pelo salão transportando o drink pedido é a criação que emprega tecnologia e aplica a chamada mecatrônica(sistemas e automação). Afinal, uma “engenhoca” requer engenharia, e nesse caso, especializada. A previsão do empresário Eduardo Santa Rosa, em meados de dezembro era a de que o sistema deveria estar a “pleno vapor” em janeiro 2012.

Experimentei porção de Cascudinho, que veio muito bem servida. A Estação tem drinks não alcoólicos interessantes. Serviço de boa qualidade como ponto em comum com as casas acima citadas.

As três opções gastronômicas estão localizadas na mesma rua, Henry Hugo Dreher, em Bento Gonçalves-RS. O nome te lembrou de outra bebida? Sim, o conhaque.

 

FENACHAMP, O ANO TODO, EM MEIO À NATUREZA

O Parque da FENACHAMP (Festa Nacional do Champagne) abriga o restaurante Fenachamp que atende durante todo o ano para sorte de quem tenha oportunidade de uma pausa para almoçar junto a muito verde e com vista para os lagos do Parque.

A reenergização para quem esteja a trabalho, na chamada “correria” é notável pela soma da boa e farta alimentação disponibilizada e o ambiente natural e relaxante. A passeio é uma parada interessante. Em tempo, não deixe de provar(e repetir?) a sopa de capeleti, o famoso capeleti in brodo. O atendimento é cordial, o que é habitual na região.

O Fenachamp está localizado na margem da estrada entre Garibaldi e Carlos Barbosa, no sentido Carlos Barbosa/Garibaldi/Bento Gonçalves.

 

VALE UMA PARADA

Sem trocadilho: Estando no Vale dos Vinhedos, percorrendo a RS 444 não deixe de fazer uma parada no Armazém Nona Francesca. Difícil é voltar à estrada sem comprar algo! Experimente.

 

 

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Em Nova Petrópolis-RS

 

GALETO PICCOLO POLLO

Desde 91 o Galeto com 10 itens servidos na mesa é sucesso. Basta experimentar e entender. Se ao olhar parece muita comida, após se deliciar com o galeto, as massas, a salada, o queijo à milanesa e a polenta frita percebe-se a leveza da comida preparada com ingredientes de qualidade. A decoração remete à Itália, nessa cidade que tem predominância germânica. O atendimento é coordenado pelo proprietário Gilberto Cavalli, sempre presente no salão e que muitas vezes atende diretamente os clientes nas mesas.

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

2ª Mostra do VINHO Catarinense

 

em Florianópolis

 

 

 

 

A Corte neoveneziana

 

 

 

 

 

Sergio Maestrelli, da EPAGRI de Urussanga-SC teve a seguinte reação ao ver o Fanfulla: "Ah, o Fanfulla! Conheço desde que era estudante de agronomia no Rio Grande do Sul, em Pelotas. Era preto e branco. Era La Settimana del Fanffulla. Era um pouco mais largo". Que memória hein? Tá certo que o Fanfulla é uma publicação marcante. Desde 1999 é impresso a cores. O título La Settimana del Fanffulla foi usado entre os anos de 1966 e 1979. A medida teve ligeira redução na largura a partir da adoção da impressão pelo sistema off-set, em 1999. Até então o Fanfulla era impresso tipograficamente, algo quase inacreditável hoje.

 

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